Para Ancelotti, jogo do Bayern de Munique está ficando "natural"

O técnico do Bayern de Munique, Carlo Ancelotti, em Londres, em 6 de março de 2017

O técnico do Bayern de Munique, Carlo Ancelotti, comemorou nesta segunda-feira o jogo "natural" de sua equipe, vitoriosa por 5 a 1 na ida, mas pediu aos jogadores para que "não deem brecha" para o Arsenal virar o resultado, na volta das oitavas de final da Champions, nesta terça-feira.

- Que partida você espera contra o Arsenal?

"Eu espero um jogo de Liga dos Campeões. Queremos evitar problemas e ganhar com nosso jogo. Essa partida pode nos classificar às quartas, é uma etapa importante. Temos a vantagem. Eles vão atacar desde o início, nos pressionar e tentar abrir o placar o mais rápido possível. Mas não queremos mudar nosso estilo, nossa ideia. Se jogarmos como em Munique, estaremos bem".

- No passado, com o Milan, vocês já teve uma vantagem dessas duas vezes e você perdeu. Na Champions de 2004, você ganhou por 4 a 1 na ida contra o La Coruña e perdeu por 4 a 0 na volta. Na final de 2005 contra o Liverpool, vencia por 3 a 0 no intervalo e acabou perdendo nos pênaltis...

"Eu tentei esquecer... mas não consegui! Essa é a beleza do futebol: nunca se sabe. Acredito que a experiência foi boa para mim, para poder evitar passar por isso novamente".

- Jogadores serão poupados?

"A melhor equipe vai jogar. Lahm está suspenso, Boateng não está 100% e ficou em Munique. Neuer não treinou e ficou no hotel para receber tratamento, mas ele será titular amanhã (terça)".

- A equipe parece estar atravessando bom momento.

"Minha equipe está bem neste momento, porque fisicamente todo mundo está no topo, sem lesão. Isso traz energia. A atitude é boa, nosso jogo está ficando natural. É um ótimo momento".

- O Arsenal atravessa uma crise atualmente. Você acredita que seja o momento certo para enfrentá-los?

"Não acho que isso vai nos favorecer. Se você não jogar bem, tudo irá mal. Mas em uma equipe que tem problemas, esse tipo de jogo pode dar a oportunidade de resolver esses problemas".

Respostas colhidas em entrevista coletiva