Ana Raquel Lins não avança no ciclismo de perseguição nos Jogos Paralímpicos de Tóquio

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A brasileira Ana Raquel Lins, do ciclismo paralímpico, não conseguiu avançar na disputa das provas da classe C5 3000m. Nesta quarta-feira, a atleta ficou apenas na nona colocação, com tempo de 4m43s70. Em Tóquio, Ana disputou contra a holandesa Caroline Groot, que levou a melhor e foi classificada às finais.

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Ana Raquel é portadora da Síndrome de Poland, anomalia congênita caracterizada principalmente por hipoplasia ou aplasia da musculatura torácica unilateral. A atleta começou como praticante de natação, migrou para o triatlo em 2014, e após as Paralimpíadas do Rio, em 2016, entrou de vez no ciclismo.

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Além de Ana, o Brasil também tem outros representantes no ciclismo paralímpico, como atual campeão mundial de paraciclismo de estrada, Carlos Soares, André Grizante e Jady Malavazzi. As disputas de pista, como a de Ana, ocorrem até o próximo dia 28, enquanto as provas de estrada vão do dia 31 de agosto a 3 de setembro.

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