Alonso revela dúvida entre Andretti e McLaren para Indy 500 em 2020

Redação GP

Fernando Alonso vai tentar de novo. O bicampeão mundial de F1 confirmou, durante entrevista concedida à emissora britânica BBC, que vai tentar uma vaga no grid de 33 carros e disputar as 500 Milhas de Indianápolis em 2020. 

Sonho do espanhol para sacramentar a conquista da Tríplice Coroa, a Indy 500 foi seu maior pesadelo em 2019. Com a McLaren, Alonso sofreu duro revés quando perdeu a chance de disputar a prova ao ser eliminado no Bump Day. Mas no ano que vem, o piloto deixa claro: vai buscar novamente a coroa que falta.

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“Vou fazer a Indy, definitivamente. Vamos ver com se desenrolam as próximas semanas”, declarou Alonso, que esteve neste fim de semana em Abu Dhabi como convidado da McLaren para acompanhar a prova que fechou a temporada 2019 da F1.

Após fracassar em 2019, Alonso garante: vai voltar a Indianápolis em 2020 (Foto: Indycar)


Para Fernando, a Indy 500 é vista como a conquista que falta para coroar uma vitoriosa carreira marcada por títulos mundiais na F1 e no Endurance, além de triunfos nas 24 Horas de Le Mans, em 2018 e 2019, e 24 Horas de Daytona, também neste ano.

“A Indy é a única que está faltando. Se conseguir depois de vencer Le Mans, WEC, Daytona, não há nada mais que eu possa querer. Definitivamente, vou tentar de novo”, avisou.

No entanto, chama a atenção o fato de Alonso não saber ainda por qual equipe vai correr novamente em Indianápolis. O espanhol citou Andretti e McLaren como as principais opções para voltar à tradicional prova no ano que vem. 

Pela Andretti, Fernando fez uma grande participação em 2017, lutou pela vitória, mas viu o motor Honda quebrar no fim da disputa. Neste ano, com a McLaren, Alonso protagonizou um dos grandes fracassos da temporada.

“Elas não são as únicas opções, mas com certeza são as duas mais fortes. Tenho lealdade pela McLaren e também me senti bem com a Andretti, me sinto parte desta equipe. Tenho um relacionamento muito bom lá”, declarou.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de defender uma equipe que conta com motor Honda, como é o caso da Andretti, Alonso rechaçou qualquer dúvida. “Nenhum problema”, disse. Fernando viveu uma relação de muitas críticas públicas e desgaste com a montadora japonesa entre 2015 e 2017, no auge do calvário da McLaren, da Honda e do próprio piloto na F1.


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