Aleix Espargaró lamenta abandono e cobra Aprilia: “Perder dois motores não é normal”

Redação GP
Grande Prêmio

Aleix Espargaró não escondeu a insatisfação com a confiabilidade da Aprilia. O #41 teve de abandonar o GP da Grã-Bretanha do último domingo (25) uma volta e meia antes da hora por conta de uma quebra de motor. A segunda do fim de semana.

Ainda na sexta-feira, durante os treinos livres, Aleix já tinha sofrido uma quebra de motor. Ainda assim, o catalão mostrou bom ritmo, conseguiu vaga direto no Q2 e ficou com o 12º posto no grid.

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Na corrida, Espargaró perdeu posições na esteira do acidente entre Fabio Quartararo e Andrea Dovizioso, mas vinha escalando o pelotão e brigando com Danilo Petrucci e Pol Espargaró pelo oitavo lugar. A RS-GP, porém, não conseguiu ver a linha de chegada.

Aleix Espargaró (Foto: Aprilia)


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“Mais uma vez, não terminamos por causa do motor. Faltava uma volta e meia”, disse Aleix. “Nas três anteriores, o motor teve uma queda forte. Parou na reta oposta. Eu achei que também fosse por causa do consumo de pneus, que a eletrônica cortava. Entendi que as voltas não subiam, aí começou a fazer barulho e sair fumaça branca e parou”, relatou.

Aleix se mostrou bastante contrariado com a confiabilidade da Aprilia e cobrou uma solução dos engenheiros da casa de Noale.

“Dois motores em um fim de semana não é normal”, disparou. “Espero que os engenheiros entendam o que está acontecendo e encontrem uma solução, pois eram novos. Os dois pararam. Temos de entender qual foi o problema. Não posso fazer mais nada”, seguiu.

A decepção fica ainda maior por conta da dinâmica da corrida, já que o mais velho dos irmãos Espargaró tinha conseguido entrar no top-10.

“A corrida não estava indo mal. Não conseguia passar meu irmão. Eu passava ele e Petrux, mas eles voltavam a me ultrapassar em seguida. Era um pouco frustrante, porque eu tinha um pouco mais de ritmo e acho que poderia ter chagado em [Jack] Miller e Cal [Crutchlow] um pouco antes do final”, relatou. “Outra vez nós fomos mais ou menos competitivos. Voltei a desfrutar da moto e fazer uma corrida mais ou menos decente”, apontou. 

“O que mais conta são os pontos que você leva. Eu levo zero, então não podemos ficar contentes. Mas, mesmo que eu não tenha terminado, isso é o positivo”, completou.

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