Albon diz que mudança da Toro Rosso para Red Bull foi "como voltar à estaca zero"

Redação GP

Alex Albon reconheceu que a mudança da Toro Rosso para a Red Bull, promovida pela cúpula dos energéticos na metade da temporada 2019, foi "quase como voltar à estaca zero". O piloto foi alçado ao posto de companheiro de Max Verstappen, enquanto Pierre Gasly acabou rebaixado para o time de Faenza, por conta de uma fraca campanha na primeira parte do campeonato.

O jovem anglo-tailandês fazia a estreia na F1, depois de ter sido chamado de novo pelos austríacos, quando já estava acertado para correr na FE pela Nissan. Apesar do acordo assinado, Albon não desperdiçou a chance de última hora e aceitou defender a equipe caçula de Dietrich Mateschitz. E Alex confirmou as expectativas ao apresentar um forte desempenho com a Toro Rosso e, mais tarde, com a própria Red Bull, o que lhe valeu também o cockpit titular para 2020.

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"Agora já estou mais familiarizado com a Fórmula 1", afirmou Albon em declaração à revista inglesa 'Autosport'. "Pelo menos, o ambiente será um pouco mais normal para mim", completou.

Alexander Albon superou as expectativas na equipe austríaca (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)


"Este ano não foi nada normal. Foi como se eu tivesse aprendido boa parte sobre a F1 com a Toro Rosso. Aí tudo mudou. Foi quase como voltar à estaca zero. Mas, pelo menos, temos agora uma base sólida, em que o trabalho será feito de maneira mais segura até Melbourne", emendou o jovem de 23 anos.

Albon, entretanto, afirmou que nada vai mudar na maneira de encarar a temporada. O objetivo segue igual: encarar sessão por sessão, corrida por corrida. Mas o piloto está mesmo ansioso pelo trabalho com a Red Bull na pré-temporada. Segundo Alex, uma das coisas que mais o incomodaram foi o fato de que se sentiu limitado durante os finais de semana de GP, porque não sabia ainda o quanto poderia melhorar. 

"Você não pode mudar muita coisa durante um GP, porque não pode se arriscar como um louco. Mas agora já vejo que a equipe entende o que eu quero do carro. É aí que as coisas começam. Nos testes, a atmosfera é bem diferente. Você tem melhores comparações, mais tempo. É um momento importante em que você precisa se concentrar realmente naquilo ali e aproveitar ao máximo. Ainda que seja uma pré-temporada menor, é melhor do que nada", explicou.

Em 2020, a Fórmula 1 terá duas sessões de testes coletivos em Barcelona, na Espanha, no fim de fevereiro. Mas será apenas seis dias e não oito como até ano passado. O campeonato começa no dia 15 de março com o GP da Austrália.



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