Advogada registra marca "Fadinha" em alusão à Rayssa Leal, prata em Tóquio

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Conhecida como Fadinha, Rayssa Leal não tinha o apelido registrado (Foto: Li Ga/Xinhua via Getty Images)
Conhecida como Fadinha, Rayssa Leal não tinha o apeido egistrado (Foto: Li Ga/Xinhua via Getty Images)

Entre domingo e segunda-feira, você provavelmente ouviu os dois nomes da skatista medalhista de prata várias vezes: Rayssa Leal e Fadinha. Seja nas redes sociais ou na televisão, a verdade é que a maranhense já vinha conquistando todo o público internacional pela sua irreverência, como quando chamou Tony Hawk de Tio Toninho. 

Nas Olimpíadas de Tóquio, a menina de 13 anos mostrou que não sentia pressão. Estava ali para conquistar. E conquistou. Mas, enquanto as festividades aconteciam, uma advogada se atentou para o fato de que o codinome "Fadinha" ainda não estava registrado como marca em cartório, ou seja, poderia ser usado por qualquer pessoa.

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"Por saber que disputas sobre marcas podem ser longas e custosas, tomei a liberdade de solicitar o registro da marca. Como não sei o nome dos pais da Rayssa e também não sei se houve algum tipo de ajuste sobre a marca em questão. O interesse, obviamente, não é econômico, mas sim preservar eventuais direitos da Rayssa e também mostrar a importância de marketing e jurídico trabalharem sempre juntos", escreveu a advogada Flavia Penido no Twitter.

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A atitude garante à Rayssa e a seus pais que tenham a marca sem qualquer gasto. Segundo Flavia, o processo foi feito justamente para proteger a marca da atleta, que pode querer ou não utilizá-la. Patrocinada por marcas grandes, como a Nike, a skatista maranhense (ou seus representantes) ainda não se manifestou sobre o episódio.

Nas redes sociais, a medida dividiu o público. Houve quem concordasse com a atitude e quem a questionasse. Por conta disso, os comentários em publicações da advogada estão com restrições.

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