Adidas promete que 30% de suas novas contratações nos EUA serão negros ou latinos

AFP
Funcionários da Adidas, um grupo com sede na Alemanha, criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial.
Funcionários da Adidas, um grupo com sede na Alemanha, criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial.

A Adidas divulgou na terça-feira (09) que 30% de todas as novas contratações nos Estados Unidos serão negras ou latinas, em meio a protestos anti-racistas que abalaram o país nas últimas duas semanas.

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"Os eventos das duas últimas semanas nos fizeram refletir sobre o que podemos fazer para enfrentar as forças sistêmicas e culturais que apoiam o racismo", disse o CEO da Adidas, Kasper Rorsted, em comunicado.

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A gigante do esporte anunciou a nova medida, entre várias outras, no dia do funeral de George Floyd, um cidadão afro-americano que foi morto por um policial branco em Minneapolis. Este caso provocou protestos em todo o país contra o racismo e a brutalidade policial.

Funcionários da Adidas, um grupo com sede na Alemanha, criticaram recentemente a empresa por não fazer o suficiente para combater a discriminação racial.

O grupo também anunciou que, nos próximos quatro anos, vai elevar a 20 milhões dólares sua verba destinada a programas de apoio para as comunidades afro-americanas: um de basquete para comunidades vulneráveis, uma escola de design de calçados e um programa para apoiar a comunidade negra a através do esporte.

A empresa também prometeu 50 bolsas de estudos anuais para seus funcionários negros pelos próximos cinco anos.

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