7 filmes de Hollywood que tiveram cenas de sexo de verdade

Rafael Monteiro
·3 minuto de leitura
"Love", "Shortbus" e "Ninfomaníaca": filmes com cenas de sexo de verdade (Reprodução)
"Love", "Shortbus" e "Ninfomaníaca": filmes com cenas de sexo de verdade (Reprodução)

Por mais realismo, alguns filmes de Hollywood abdicaram da encenação e contaram com cenas de sexo de verdade. Esse tipo de decisão por parte de cineastas sempre causa polêmica e incentiva a pergunta: vale tudo pela arte?

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Abaixo, relembramos as obras que ousaram passar do limite entre o encenado e o real das relações sexuais. Por motivos óbvios, todas elas são indicadas somente ao público adulto e chegaram a sofrer censura em alguns países.

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Love (2015)

Mostrando cenas de sexo reais entre os atores Karl Glusman e Aomi Muyock em 3D, Gaspar Noé chocou o público, fazendo muita gente sair das salas de cinema logo nos primeiros minutos do longa. Antes deste filme, que se tornou icônico, ele já havia sido criticado pela maneira como retratou a violência sexual em “Irreversível” (2002).

Ninfomaníaca (2013)

Lars Von Trier mostrou diversas cenas de sexo explícito em uma das suas obras mais repercutidas. O truque é que elas foram feitas por dublês de corpo, cujas genitais foram sobrepostas nos atores por computação gráfica. "Anticristo" (2009) e "Os Idiotas", outros filmes do cineasta, contaram com técnicas semelhantes.

9 Canções (2004)

Chamado de "o filme popular mais sexualmente explícito" pelo Guardian, o longa intercala cenas de sexo e masturbação explícitas do casal Matt e Lisa com shows de bandas alternativas, como Primal Scream e Dandy Warhols. O filme tem 69 minutos, não por acaso.

Shortbus (2006)

Mesmo sendo um filme de humor, o longa de John Cameron Mitchell conta com inúmeras cenas de sexo explícito, incluindo uma insólita, na qual três homens transam enquanto cantam o hino dos Estados Unidos. "Não entendo por que ter um orgasmo em cena é tão diferente de chorar diante da câmera", disse o ator Paul Dawson, intérprete de James na trama, à Folha de S.Paulo sobre o trabalho.

Poucas Cinzas: Salvador Dalí (2008)

O longa narra o romance entre o poeta Federico García Lorca e o pintor surrealista Salvador Dalí. Apesar das cenas de sexo serem simuladas, Robert Pattinson, intérprete de Dali, contou em entrevistas que se masturbou no set para que as câmeras filmassem a sua reação durante o orgasmo.

Brown Bunny (2003)

O filme chocou o público do Festival de Cannes ao mostrar uma cena de sexo oral entre a estrela Chloe Sevigny e Vincent Gallo. A atriz não só confirmou a veracidade do momento, como já disse que não se arrepende do trabalho. "Eu gostaria de ter a confiança que tenho agora. Eu estava insegura. Todo mundo diz, 'do que você se arrepende?' E eu sei que eles querem que eu diga 'Brown Bunny', mas eu não digo", disse Sevigny ao jornal Independent.

Calígula (1979)

Com Malcolm McDowell e Helen Mirren no elenco, o filme dirigido por Tinto Brass e Bob Guccione acabou exagerando na hora de representar os excessos cometidos pelo famoso imperador romano. Com a ajuda do operado de câmera, Guccione gravou cenas de sexo explícito com dublês sem que produção e os principais nomes do elenco soubessem. Após o longa ser lançado, o astro McDowell disse que estava orgulhoso do seu trabalho, mas que considerava "obscenas, explícitas e próprias de um filme pornô" e acusou Bob de "não ter classe".

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