3 remontadas históricas fora de casa que fazem o torcedor do Grêmio acreditar no hexa da Copa do Brasil

Fabio Utz
·3 minuto de leitura

O hexa da Copa do Brasil para o Grêmio passa, necessariamente, por vitória diante do Palmeiras no próximo domingo (7) no Allianz Parque. Depois de perder por 1 a 0 em Porto Alegre, na semana passada, o Tricolor precisa no mínimo de um placar com a mesma vantagem para levar a definição do campeão para os pênaltis. Caso consiga um triunfo por diferença superior, garante o título já no tempo normal. A partir de agora, o 90min relembra três remontadas históricas do Tricolor fora de casa que inspiram o torcedor a acreditar na conquista.

1. Libertadores 2019 (quartas de final)

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Curiosamente, o confronto foi entre Grêmio e Palmeiras. O Verdão, à época sob o comando de Luiz Felipe Scolari, ganhou por 1 a 0 em Porto Alegre e chegou ao duelo do Pacaembu com a vantagem do empate. Pois, mesmo saindo na frente no placar diante de seus torcedores, a noite foi tricolor. Ainda no primeiro tempo, Everton e Alisson viraram e garantiram a classificação pelo saldo qualificado. É um jogo que não sai da memória dos azuis.

2. Copa do Brasil 2001 (final)

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Era um domingo, e depois de ter empatado em 2 a 2 no Olímpico (dois gols de Luis Mário), o Grêmio chegou ao duelo decisivo contra o Corinthians, no Morumbi, precisando vencer ou empatar marcando dois ou mais gols - repetição do resultado de Porto Alegre levaria o confronto para os pênaltis. Pois o time comandado por Tite fez uma atuação de luxo, das melhores da história do clube, e não deu chance para Marcelinho Carioca e companhia. A vitória por 3 a 1 (Marinho, Zinho e Marcelinho Paraíba), com direito a "olé", calou os alvinegros.

3. Copa do Brasil 1997 (final)

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O Grêmio era o time a ser batido no futebol brasileiro. No entanto, do outro lado estava um Flamengo que tinha nada menos que Romário como a principal estrela. Na primeira partida da final, um 0 a 0 no Olímpico frustrou os tricolores, afinal, tudo havia ficado para o Maracanã. Muito embora a disputa estivesse aberta, a equipe gaúcha não podia contar, por exemplo, com Dinho, expulso em Porto Alegre. Mas tudo conspirou a favor. João Antônio abriu o placar logo de cara, e nem mesmo a virada e a festa de 100 mil rubro-negros impediu que Carlos Miguel, quase ao apagar das luzes, garantisse o 2 a 2 e o título pelo saldo qualificado.