12 jogadores encostados ou facilmente contratáveis

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Guerra vinha treinando afastado do elenco (Marcello Zambrana/Agif)
Guerra vinha treinando afastado do elenco (Marcello Zambrana/Agif)

Paralisação dos campeonatos, falta de receitas, crise financeira à vista... Em meio a esse cenário difícil, o Blog listou 12 jogadores afastados, encostados ou que vem sendo pouco aproveitados em seus clubes - grandes no Brasil - e que poderiam ser contratados a custo zero ou algo bem próximo a isso.

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- Guerra (Palmeiras): o meia venezuelano, de 34 anos, treina separado no Palmeiras e tem contrato até dezembro. Ao menos, seu salário foi reduzido para esta temporada - na casa dos R$ 300 mil mensais. Fora dos planos de Luxemburgo, Guerra não tem propostas.

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- Bruno César (Vasco): sem nenhuma partida na temporada, o meia está à disposição do mercado. Ele custa R$ 300 mil mensais e seu vínculo só se encerra em dezembro. No ano passado, fez 30 jogos e marcou quatro gols.

- Bryan Ruiz (Santos): jogador de Copa do Mundo, o meia não defende o Peixe desde o fim de 2018. Sim, Bryan Ruiz não jogou em 2019 e em 2020, apesar de ser o mais bem pago do elenco: R$ 650 mil. Seu contrato termina em dezembro e a tendência é de que ele fique até o fim do ano.

- Calazans (São Paulo): o atacante contratado na metade do ano passado por indicação de Cuca só jogou quatro partidas, todas em 2019. Neste ano, por problemas extracampo, ainda foi afastado. Pior: seu contrato só termina em 30 de junho de 2022.

- Uribe (Santos): o atacante colombiano não joga desde o dia 2 de fevereiro, por opção de Jesualdo Ferreira. O ex-jogador do Flamengo, comprado por R$ 5 milhões, até foi relacionado em quatro jogos, mas não entrou. Uribe ganha R$ 600 mil mensais e tem contrato até junho de 2022.

- Marcelo Hermes (Cruzeiro): o lateral-esquerdo, que esteve emprestado ao Goiás no ano passado, não arranjou clube e está encostado na Raposa, onde ganha R$ 185 mil mensais somente na carteira. Dias atrás, ele foi sondado pelo Sport, mas não houve acordo.

- Pablo Dyego (Fluminense): o atacante, de 26 anos, não joga desde 23 de janeiro – na temporada, fez só dois jogos, que totalizaram 49 minutos, mostrando estar completamente fora dos planos de Odair Hellmann. Bem diferente do fim do ano passado, quando disputou 13 partidas, marcou um gol e garantiu a renovação do contrato até dezembro de 2021.

- Danilo Avelar (Corinthians): o lateral/zagueiro vive uma situação diferente dos demais. Ele não jogou em 2020, porque esteve até o início do março se recuperando de uma pubalgia. O problema é que o jogador, comprado por R$ 6 milhões, não deve ter espaço nem na esquerda, tampouco como defensor.

- Clayton (Atlético-MG): o atacante, comprado pelo Galo em 2016, ainda não estreou em 2020. E sua situação já esteve pior com Dudamel, quando treinava afastado. Com a chegada de Sampaoli, ele ao menos foi reintegrado, para um período de avaliação. O problema é que as competições foram paralisadas por tempo indeterminado. Seu contrato termina em dezembro.

- Leandrinho (Botafogo): o atacante de 23 anos tem só um jogo no ano - 13 minutos contra o Macaé, em 26 de janeiro. Leandrinho foi bem em 2016, jogou um pouco menos em 2017 e passou a maior parte de 2018 se recuperando de uma cirurgia no joelho. No ano passado, emprestado ao Sport, fez 38 jogos e três gols. Seu contrato termina em dezembro.

- André (Grêmio): titular com Renato Gaúcho no ano passado, o atacante acabou com a paciência do treinador e está fora dos planos. Tanto que nem jogou em 2020. Sport, Coritiba e Athletico tentaram contratá-lo por empréstimo, mas o salário de R$ 400 mil assustou. Seu contrato só termina em dezembro de 2021.

- Júlio César (Grêmio): o goleiro perdeu todo seu espaço depois da chegada de Vanderlei. Tanto que já foi avisado que deve procurar um time para jogar. Ao menos, custa bem menos do que André e seu vínculo com o Tricolor gaúcho termina em dezembro deste ano.

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