Ídolo, Giovanni avisa: “Não adianta jogar na Vila para 3 mil pessoas”

Os jogadores e a comissão técnica do Santos receberam uma visita especial na tarde desta terça-feira, no CT Rei Pelé. Giovanni, o Messias, ídolo dos santistas, foi convidado pela diretoria do alvinegro para conversar com o elenco antes da ‘decisão’ contra a Ponte Preta, na próxima segunda-feira, às 20h (de Brasília), no Pacaembu, pelo duelo de volta das quartas de final do Campeonato Paulista.

No primeiro embate, o Peixe saiu derrotado por 1 a 0, em Campinas, com gol de William Pottker, e agora precisa vencer por dois gols de diferença para alcançar a classificação. E para falar de grandes viradas, nada melhor que o próprio Giovanni. Afinal, o ex-camisa 10 comandou o Santos na goleada de 5 a 2 sobre o Fluminense, em 1995, após o alvinegro ter perdido por 4 a 1 no confronto de ida.

E para o Messias, a mudança do jogo da Vila Belmiro para o Pacaembu não terá grande diferença para os jogadores. A virada sobre o Flu, inclusive, aconteceu no estádio paulistano.

“Claro que a Vila é a primeira casa do Santos. Aqui os torcedores estão mais próximos. Mas o Pacaembu, em decisões, sempre ajudou o Santos. O que o jogador quer é ver o estádio lotado. Não tenho preferência. Tem de entrar em campo sem pensar muito nisso. A torcida sempre quer na Vila, porque tem aquela mística e tudo mais. Mas o que o jogador quer é ver o estádio cheio, vibrando e dando apoio. Não adianta jogar aqui na Vila para três mil pessoas. É melhor ver 20 mil pessoas no Pacaembu do que três mil aqui. Isso dá mais gás para correr atrás do resultado”, ressaltou o ex-jogador.

Durante a visita no CT Rei Pelé, Giovanni observou o elenco bem calmo preparado para a ‘final’ contra a Macaca.

“Os caras estão muito tranquilos. Vim aqui para rever os atletas, dar um apoio moral. Dorival é um cara que sabe encontrar todas essas emoções. Trabalhei com ele em 2010. É um técnico muito calmo, que vai trabalhar durante a semana para que na segunda-feira entre com tudo”, concluiu o G10.