Árbitra francesa fala de expectativa para jogo histórico e inédito na Copa do Mundo

Árbitra francesa Stéphanie Frappart (Foto: Kirill Kudryavtsev/ AFP)


A francesa Stéphanie Frappart, que nesta quinta-feira se tornará a primeira mulher a atuar como árbitra em jogo da Copa do Mundo masculina, não escondeu a empolgação, mas admitiu que precisará "canalizá-la", para fazer um bom trabalho.

A profissional do apito liderará a equipe do jogo entre Alemanha e Costa Rica, pela última rodada do grupo, que contará, entre outras, com a brasileira Neuza Back, uma das assistentes da francesa.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

-Quando recebi a notícia, a emoção foi enorme, não esperava isso. Estou muito orgulhosa de representar a França no Mundial - disse Frappart, em declarações divulgadas pela Fifa.

A árbitra já tinha sido pioneira entre mulheres em jogos da primeira divisão do Campeonato Francês, da Liga dos Campeões, em jogos de seleções, sempre no âmbito masculino, e apitou a Copa do Mundo feminina, e garantiu que o objetivo é fazer um bom jogo.

-Terei que controlar a emoção para focar no campo de jogo. Vou sentir muita emoção ao entrar em um estádio de Copa do Mundo, que, certamente, estará lotado, e onde haverá muitas expectativas - disse a francesa.

Frappart garantiu que a meta pessoal na partida que acontecerá hoje é tomar boas decisões ao longo dos 90 minutos.

-Você faz uma boa atuação quando foca no objetivo essencial, que é o campo de jogo - explicou.