No embalo do futmesa de Ronaldinho, Teqball tem campeões no Brasil

Teqball tem alto nível de disputa no Brasil (Foto: Teqball Brasil)
Teqball tem alto nível de disputa no Brasil (Foto: Teqball Brasil)

O pentacampeão mundial Ronaldinho Gaúcho, de 42 anos, tem divulgado o Teqball, o famoso futmesa, modalidade que cresce mundialmente e da qual ele é embaixador. Ele cogitava parceria com a empresa de esportes Teqball no Brasil para a expansão do negócio baseado no desenvolvimento de bola especial à prática.

O esporte faz sucesso mundialmente também por misturar toques de futebol, futevôlei e tênis de mesa. Com esta efervescência por aqui, além de campeonatos mundiais regulares, já se aguarda a possibilidade de o esporte transformar-se em olímpico. Prova deste foco é que Ronaldinho participaria do campeonato africano de praia e agilizaria a ampliação do Teqball no continente.

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Entre os brasileiros que dão show no esporte estão a carioca Natália Guitler. Ela é fera, ora no futevôlei ou teqball. Já conquistou mundiais de Teqball em dupla mista com Marquinhos Vieira e com Rafaella Fontes. E até com todo respeito: derrotou o craque Neymar do PSG, que já incendiou a galera presente neste esporte.

Entre os homens, o destaque fica por conta de Leonardo Lindoso de Almeida. O mineiro de Tupaciguara, Leo Lindoso. É vice-campeão mundial. O atleta de 41 anos tem como um de seus parceiros o carioca Leonardo Santana (Peléo/ Peleozinho, uma alusão ao rei do futebol). E já enfrentou Gaúcho.

Lindoso, com vários títulos no futevôlei nacional, ingressou no Teqball após observar anúncio de internet no Instagram para disputa do esporte, o qual lhe rendeu várias conquistas nacionais e internacionais. Foi vice-campeão mundial em 2021 na Polônia com a também parceira Vânia, ficando em nono lugar no individual. Cristão, Leo, que é formado em Administração de Empresas, vive do Teqball: ministrando cursos e empreendendo com escolas da modalidade.

A seguir outros detalhes do esporte nas palavras de Leo Lindoso:

Yahoo Esportes – Qual primeiro esporte que praticou?

Leo Lindoso – Foi o futebol aos 13 anos. Comecei no futsal, depois cheguei até a participar da categoria de base da Portuguesa carioca, mas não foi para frente.

Você também teve incursão no futevôlei, não é?

Comecei como hobby aos 20 anos, vi que levava jeito e passei a disputar campeonatos.

Como o Teqball entrou na sua vida?

Surgiu por acaso: vi anúncio no Instagram em 2019; campeonato brasileiro. Quem ganhasse a competição representaria o Brasil no Mundial com tudo pago. Chamei meu parceiro Peleozinho e vencemos o Brasileiro (tudo em uma semana). Depois encaramos o mundial na sequência.

O Brasil tem ótimos representantes do Teqball e você é exemplo disto. É aptidão nata ou se adquire habilidade com muito treino?

Nós brasileiros temos facilidade por desde criança jogar bola (futebol). E também por atuar com altinha, futevôlei. No caso do teqball só com treino mesmo.

Nestes tempos de pandemia, você tem colaborado de alguma forma com pessoas que enfrentam necessidades?

Sim. Fazemos campanhas para ajudar ao próximo. E uma ação específica na zona sul do RJ. Ajudamos a comunidade oferecendo treinos de Teqball e Futmesa às crianças. Sempre que possível levamos alimentos.

Como são disputados os jogos, digo em relação às formações?

Podem ser duplas masculina, mista, feminina, solo masculino e solo feminino.

Há alguém que o inspirou como atleta ou personagem pública?

Não tenho ídolo no esporte. Mas tenho atletas que me inspiraram. o Ayrton Senna, piloto de F-1, e o Mão Santa do basquete, Oscar Schmidt

Quais são seus títulos no Teqball?

Fui dez vezes campeão brasileiro. Duas vezes vice-campeão europeu (França e Portugal) e uma vez vice-campeão mundial na Polônia.

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