Michael Masi quebra o silêncio após deixar a FIA

Michael Masi causou grande controvérsia na etapa final da temporada de 2021 em Abu Dhabi. Foto: Bryn Lennon/Getty Images
Michael Masi causou grande controvérsia na etapa final da temporada de 2021 em Abu Dhabi. Foto: Bryn Lennon/Getty Images

Michael Masi quebrou o silêncio um dia após sua decisão de se afastar da Fórmula 1, com seus primeiros comentários públicos desde a polêmica corrida de fim de temporada de 2021 em Abu Dhabi.

Na terça-feira (12) surgiu a informação que Masi está voltando para a Austrália para ficar mais perto de sua família.

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Masi foi o diretor de corrida da temporada de 2021 da F1, e causou grande controvérsia no confronto final da temporada em Abu Dhabi, essencialmente tirando o título de Lewis Hamilton com uma decisão mais tarde descrita como "erro humano" pelos chefes da FIA.

Niels Wittich e Eduardo Freitas substituíram Masi no papel de diretores de corrida, com a dupla até agora evitando qualquer grande controvérsia na temporada de 2022.

No início de 2022, Masi foi demitido do cargo de diretor de corrida, mas permaneceu na FIA, com o novo presidente Mohammed Ben Sulayem insistindo que ele "ainda é uma figura importante" dentro da empresa. Masi assumiu o cargo de diretor de corrida no lugar de Charlie Whiting, que morreu pouco antes do Grande Prêmio da Austrália em 2019.

Agora, enquanto se prepara para ir embora, Masi refletiu sobre sua carreira nas corridas, mas não mencionou o incidente de Verstappen-Hamilton em Abu Dhabi pelo qual ele será lembrado. Naquele momento, a Mercedes ficou furiosa e parecia sugerir que poderia abandonar o esporte se Masi não tivesse sido substituído como diretor de corrida.

Ele disse em um comunicado: “Foi um prazer e uma honra representar a FIA como Diretor Esportivo de Monopostos e Diretor de Corrida de Fórmula 1 da FIA e Delegado de Segurança desde a morte inesperada e trágica de Charlie em Melbourne 2019”, iniciou.

“Estou orgulhoso de ter trabalhado em parceria por muitos anos com os vários clubes membros da FIA, o Grupo de Fórmula 1, os competidores, promotores e operadores de circuito e meus colegas e equipe internamente na FIA. Sempre vou valorizar esses relacionamentos e amizades ao longo da vida que desenvolvi ao longo da minha jornada até hoje”, seguiu.

“Em particular, sou eternamente grato a Herbie Blash e ao falecido Charlie Whiting por me identificar como um futuro sucessor em 2018, um papel que eu estava ansioso para acompanhar e aprender com Charlie por muitos anos antes de sua morte chocante. Também transmito meu sincero apreço pelo apoio e orientação durante meu mandato do ex-presidente da FIA Jean Todt, Stefano Domenicali, e minha dedicada equipe de monopostos da FIA” agradeceu.

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