Libertadores: Flamengo vence o Barcelona após sufoco no Equador e encaminha vaga

Diogo Dantas
·3 minuto de leitura
(L to R) Brazil's Flamengo midfielders Gerson, Uruguayan Giorgian De Arrascaeta and Everton Ribeiro celebrate after scoring against Ecuador's Barcelona during their closed-door Copa Libertadores group phase football match at the Monumental Banco Pichincha stadium in Guayaquil, Ecuador, on September 22, 2020, amid the COVID-19 novel coronavirus pandemic. (Photo by Dolores Ochoa / POOL / AFP) (Photo by DOLORES OCHOA/POOL/AFP via Getty Images)
(L to R) Brazil's Flamengo midfielders Gerson, Uruguayan Giorgian De Arrascaeta and Everton Ribeiro celebrate after scoring against Ecuador's Barcelona during their closed-door Copa Libertadores group phase football match at the Monumental Banco Pichincha stadium in Guayaquil, Ecuador, on September 22, 2020, amid the COVID-19 novel coronavirus pandemic. (Photo by Dolores Ochoa / POOL / AFP) (Photo by DOLORES OCHOA/POOL/AFP via Getty Images)

Terminou com final feliz a passagem do Flamengo pelo Equador na fase de grupos da Libertadores 2020. A vitória sobre o Barcelona por 2 a 1 foi um grande alívio, depois de uma semana conturbada, que começou com goleada na altitude e terminou com a classificação bem encaminhada no grupo A mesmo com 11 desfalques.

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O resultado deixa o time rubro-negro com nove pontos, na segunda posição, e ameniza a pressão sobre o técnico Doménec Torrent depois do 5 a 0 sofrido diante do Del Valle. Este é o próximo adversário do Flamengo na competição, aliás, dia 30, no Maracanã.

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Depois do primeiro jogo no Equador, o Flamengo ainda sofreu com o cancelamento de um treino por causa de cinzas de um vulcão, teve a confirmação de nove casos de Covid-19, sete em jogadores que iriam para o jogo, e montou operação de guerra para trazer quatro jovens do Brasil, que percorreram 36h de saga depois de o avião ser proibido de passar pelo Peru para chegar ao Equador. Para piorar, o jogo com o Barcelona por pouco não foi adiado.

Para os supersticiososque conhecem o Flamengo, era a senha para uma atuação em campo digna do clube que se acostumou a viver na adversidade. Mas não foi tão simples assim. Embora o primeiro tempo tenha sugerido. O gol de Pedro logo aos cinco minutos depois de bela arrancada de Gérson deixou o Flamengo mais à vontade na partida.

Com a escalação de Thuler na lateral direita, Dome preservou a linha de quatro na defesa, com proteção de Arão, e adiantou Gerson e Thiago Maia. A dupla de meias teve atuação muito boa. O que conferiu toque de bola e posse mesmo na casa do adversário, que não conseguia agredir.

Mas os homens do ataque não ficaram atrás. Além do gol, Pedro saiu bem da área e deu opções para a movimentações dos companheiros. O principal deles foi Arrascaeta. O uruguaio apareceu na área para marcar o segundo. E mostrou um repertório de alto nível na criação de jogadas. Esse cenário não durou muito.

No segundo tempo, o Flamengo recuou um pouco, tocou menos a bola, e o Barcelona se lançou ao ataque. Mas a falha defensiva na bola longa foi o que levou o time da casa a diminuir. Pelo lado direito, o lançamento surpreendeu Thuler e Rodrigo Caio, e Martínez fez 2 a 1. O Barcelona colocou mais atacantes em campo. Justamente para explorar as brechas nas laterais do Flamengo. Tanto que Renê foi para a direita no lugar do zagueiro.

Antes disso, César evitou o empate. O que era tranquilidade, virou apreensão. O time de Dome diminuiu o ritmo e ainda perdeu Pedro, com dores musculares. Lincoln entrou, assim como o lateral-esquerdo Ramon, mas nos minutos finais a estratégia foi tentar segurar o resultado com a bola no ataque. Com apenas 17 dos 27 atletas da delegação que viajou ao Equador à disposição, o treinador não lançou mão de nenhum dos quatro que chegarma depois. Mesmo com a parte física pesando no fim da partida.

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