LaLiga apresenta queixa contra PSG e Manchester City

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Javier Tebas, presidente da LaLiga, se manifestou sobre os negócios do PSG e do City. Foto: Oscar J. Barroso/Europa Press via Getty Images
Javier Tebas, presidente da LaLiga, se manifestou sobre os negócios do PSG e do City. Foto: Oscar J. Barroso/Europa Press via Getty Images

Conforme vinha anunciando Javier Tebas, presidente da Liga Nacional de Futebol Profissional da Espanha, a LaLiga já apresentou uma queixa contra o PSG e o Manchester City perante a UEFA por infringir o fair play financeiro. Os empregadores dos clubes acrescentam em sua nota que também tomarão medidas legais adicionais perante a União Europeia, França e Suíça.

A denúncia contra o PSG foi apresentada esta semana, enquanto a do City ocorreu em abril. Ou seja, antes que a assinatura de Erling Haaland fosse anunciada. Tebas apontou nas últimas semanas a impossibilidade do PSG renovar Mbappé com as derrotas que sofreu nas últimas temporadas.

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"O PSG vai acabar com perdas de 200 milhões, já está arrastando 300... e eles vão renovar Mbappé com esses valores. Eles vão ter que trapacear, não sei se pagando fora dos franceses ambiente ou engordando muito os patrocínios, o que eles já fazem", disse sobre o PSG na última segunda-feira em Valladolid.

Quanto ao Manchester City e Haaland, ele se expressou no mesmo ato: "Eles devem ter feito alguma coisa, porque Haaland pediu aos clubes mais além dos 60 milhões que foram pagos". A LaLiga ressalta em seu comunicado que não descarta ampliar essas reclamações com contribuições de novos dados.

A pergunta que fica é que consequências terão essas queixas? Dependendo da gravidade, podem levar a sanções esportivas ou econômicas, ou ambas.

Confira a nota completa da LaLiga

A LaLiga apresentou esta semana uma queixa à UEFA contra o PSG, que se juntará a outra contra o Manchester City em abril, por entender que esses clubes estão violando continuamente os atuais regulamentos de fair play financeiro.

A LaLiga considera que essas práticas alteram o ecossistema e a sustentabilidade do futebol, prejudicam todos os clubes e ligas europeias e servem apenas para inflar artificialmente o mercado, com dinheiro não gerado no próprio futebol.

A LaLiga entende que o financiamento irregular desses clubes é realizado, seja por meio de injeções diretas de dinheiro ou por meio de patrocínios e outros contratos que não correspondem às condições de mercado ou fazem sentido econômico.

As reclamações contra o Manchester City perante a UEFA foram feitas em abril e nesta última semana foi apresentada a correspondente ao PSG, embora não seja descartado que nos próximos dias sejam feitas prorrogações de algumas dessas reclamações com as contribuições de novos dados.

Adicionalmente, a LaLiga contratou escritórios de advocacia na França e na Suíça, incluindo o escritório francês do advogado Juan Branco, com o objetivo de empreender ações administrativas e judiciais perante os órgãos competentes franceses e perante a União Europeia o mais rápido possível.

Na Suíça, a LaLiga está estudando diferentes opções de representação devido a possíveis conflitos de interesse de Nasser Al-Khelaïfi decorrentes de suas diferentes funções no PSG, UEFA, ECA e BeIN Sports.

Não é a primeira vez que a LaLiga denuncia estas práticas anticompetitivas perante a UEFA. A organização espanhola sempre liderou a defesa do controle econômico. Em 2017 e 2018, ele apresentou à UEFA contra o PSG e o Manchester City por infringir o fair play financeiro, o que resultou em sanções da UEFA contra os dois "clubes estaduais", embora posteriormente tenham sido anulados devido a estranhas decisões do CAS.

As reclamações da LaLiga, bem como as declarações que a associação de clubes espanhóis vem fazendo nos últimos tempos a esse respeito, são feitas com base em dados e após um acompanhamento e análise detalhados das contas auditadas dos clubes.

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