Instrutor de lutas e artes marciais pode ser reconhecido como profissão

Indicação parlamentar tem como objetivo profissionalizar instrutores de artes marciais (Foto: Divulgação)


Embora existam milhares de brasileiros tirando o sustento da família e mudando a vida de milhões de pessoas mundo afora através do ensino das artes marciais, no Brasil a profissão de instrutor de lutas ainda não é regulamentada. Mas isso pode mudar.

Nesta semana, o vereador pelo Rio de Janeiro Marcelo Arar foi a Brasília apresentar a indicação parlamentar para a criação da profissão de instrutor de lutas e artes marciais ao relator da atualização da Lei Pelé, o deputado federal Felipe Carreras.

"Isso vai beneficiar todos os profissionais e, sobretudo, proteger a sociedade, porque hoje não existe controle, fiscalização. A profissão existe de fato, mas não de direito, o que dificulta as políticas públicas voltadas para essa classe", explica o vereador.

Presidente da Frente Parlamentar em Defesa das Lutas e Artes Marciais e faixa-preta de jiu-jitsu, Marcelo Arar crê que a regulamentação da profissão daqueles que ensinam modalidades de artes marciais deve valorizar ainda mais os profissionais das lutas.

"A gente espera que amplie a visibilidade, reconhecimento e valorização desses profissionais, que possam ter direitos, pleitear aposentadoria, concursos públicos. Essa regulamentação será um marco para as lutas e artes marciais em todo o país", projeta.

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