Infraestruturas esportivas tenta reduzir sedentarismo do brasileiro

Infraestrutura esportiva pode beneficiar muitas pessoas para a prática esportiva-(Divulgação)


Segundo informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2015, mais da metade dos brasileiros não pratica esporte ou atividades físicas regulares. Já o Diagnóstico Nacional do Esporte, de 2014, revelou que mais de 30% dos jovens entre 15 e 19 anos são sedentários. Muitos relatam que não praticam atividades por ausência de espaços adequados e de acesso gratuito.

Entre janeiro de 2019 e agosto de 2022, 4,4 mil instalações esportivas foram concluídas nos 26 estados e no Distrito Federal, a partir de um investimento de R$ 3,78 bilhões da União e de uma contrapartida de R$ 296 milhões de estados e municípios.

São ginásios, pistas de atletismo, campos de futebol, piscinas, academias ao ar livre, estádios, espaços poliesportivos, pistas de skate, quadras de tênis e campos society. Estruturas voltadas para reduzir o sedentarismo, permitir a inclusão social por meio do esporte e incentivar a prática de atividades físicas da base ao alto rendimento e na vertente de lazer. Em 2022, são 406 instalações entregues.

Na divisão por localidade, o Rio Grande do Sul é o estado com maior número de obras finalizadas no período: 604. Na sequência aparecem São Paulo (592), Minas Gerais (492), Paraná (435) e Bahia (393).

Entre as 4.400 obras, 60 são unidades das Estações Cidadania, edificadas em regiões de vulnerabilidade social em municípios de 16 estados, a partir de um investimento que supera os R$ 213 milhões.

Cada unidade da Estação Cidadania dispõe de ginásio poliesportivo, área administrativa, sala de professores, vestiários, enfermaria, depósito, academia e sanitário público. A depender do modelo do projeto, também pode haver pista de atletismo e quadra poliesportiva externa. O espaço recebe até 13 modalidades olímpicas e seis paralímpicas.