Gestor público sugere aulas de boxe nas escolas e centros esportivos

(Foto: Arquivo pessoal)


O boxe está entre os esportes que mais crescem no Brasil atualmente. Com três medalhas nas Olimpíadas de Tóquio em 2021 – uma delas de ouro – a modalidade tem servido de inspiração para um grande número de crianças e adolescentes que buscam mudar de vida por meio do esporte.

Praticante da nobre arte, o ex-superintendente do patrimônio da União Renan da Mata aponta os benefícios do boxe. Aos 47 anos, o gestor é natural de Rio Verde, que fica no distrito de Xique-Xique, na Bahia – estado que costuma formar campeões da modalidade, como Acelino Popó Freitas e Hebert Conceição.

“O boxe, como a maioria das artes marciais, ensina a humildade, o respeito e a paciência para os praticantes. O boxe também enrijece o caráter de quem o pratica, até porque, para praticar boxe, você deve aprender a atacar e também a se defender”, explicou Renan.

Como superintendente do patrimônio da União, Renan teve a regulamentação fundiária – tanto urbana quanto rural – como uma de suas atribuições. E, ao lado do incentivo ao esporte, essa é uma pauta que ele segue defendendo nos dias atuais: regularizar áreas de moradias como uma forma de democratizar os demais direitos, como saúde, segurança, e educação.

“Eu acredito que para aumentar o número de praticantes do boxe deveriam existir políticas públicas ensinando e incentivando as pessoas a praticarem o esporte de forma livre, gratuita, em escolas e centros poliesportivos. Não à toa o boxe é chamado de nobre arte: ocupa o corpo, a mente e desenvolve a alma”, contou o ex-superintendente do patrimônio da União.

“Penso em algum dia criar um projeto de lei que traga não a obrigatoriedade, mas que incentiva a participação de professores de boxe e de outros esportes em escolas públicas ou em outros espaços recreativos no estado de São Paulo”, completou.

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