• CBF define datas, horários e locais para as primeiras dez rodadas do Campeonato Brasileiro de 2021
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    CBF define datas, horários e locais para as primeiras dez rodadas do Campeonato Brasileiro de 2021

    O Brasileirão começa no dia 29 de maio e terá o pontapé inicial com a partida entre Chapecoense e Red Bull Bragantino, agendada para as 11h de sábado, na Arena Condá

  • Folhapress

    Adriano conta como morte do pai afetou vida e carreira no futebol

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Afastado dos holofotes nos últimos anos, o ex-atacante da seleção brasileira Adriano, 39, concedeu um depoimento ao site The Players' Tribune no qual repassou toda a sua trajetória no futebol e falou também sobre a morte do pai, episódio que afetou profundamente a sua vida e, por consequência, a sua carreira. O jogador estava em Milão, nove dias após conquistar o título da Copa América de 2004, quando recebeu a notícia da morte de seu pai, Almir, após um ataque cardíaco. "No intervalo de nove dias, eu fui do dia mais feliz para o pior da minha vida", afirmou o ex-jogador, que na época defendia a Internazionale (ITA). "Eu realmente não queria falar sobre isso, mas vou te dizer que, depois daquele dia, meu amor pelo futebol nunca mais foi o mesmo. Ele amava futebol, então eu amava futebol. Simples assim. Era meu destino. Quando joguei futebol, joguei pela minha família. Quando marquei, marquei para a minha família. Então, quando meu pai morreu, o futebol nunca mais foi o mesmo." Revelado pelo Flamengo, Adrianou conquistou quatro títulos italianos com a Inter, além de duas Copas da Itália. O apelido "Imperador", porém, começou a pesar. Em 2008, apesar de ídolo da torcida interista, o centroavante decidiu retornar ao Brasil. No país, defendeu o São Paulo e, no ano seguinte, retornou ao Flamengo para conquistar o Campeonato Brasileiro de 2009. "Sim, talvez eu tenha desistido de milhões. Mas quanto vale a sua paz de espírito? Quanto você pagaria para ter de volta a sua essência?", afirmou o carioca, sobre o seu retorno ao país mesmo em alta no futebol europeu. Adriano admite que recorreu ao álcool para diminuir a dor da morte do pai, mas diz que nunca usou drogas. E critica quem o questionou por sempre buscar refúgio na favela da Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, onde nasceu e foi criado. "Ganhei muito dinheiro na minha carreira. Mas quanto dinheiro você pagaria para se divertir de novo?, diz o Imperador. "Se quiser testar -te juro por Deus-, você não vai encontrar droga nenhuma no meu sangue. O dia em que eu usar droga é o dia em que minha mãe e minha avó vão morrer. Bebida alcoólica? Ah, isso vai dar mesmo, bastante, até porque eu gosto de tomar um danone", brincou o ex-jogador. Em 2011, Adriano assinou contrato com o Corinthians, e atuou pela equipe no Brasileiro daquela temporada. Uma lesão no tendão de Aquiles, contudo, fez com que o atacante passasse mais tempo no departamento médico do que em campo. "Cara, eu sabia que ali [com a lesão no tendão] estava tudo acabado pra mim, fisicamente. Você pode fazer uma cirurgia, reabilitar e tentar continuar, mas nunca mais será o mesmo. Minha explosão se foi. Meu equilíbrio se foi. Merda, eu ainda manco. Ainda tenho um buraco no tornozelo. Foi a mesma coisa quando meu pai morreu. Mas a cicatriz estava dentro de mim." Além de Flamengo, São Paulo e Corinthians, Adriano também defendeu no Brasil o Athletico. Na Itália, atuou por Fiorentina (ITA), Parma (ITA) e Roma (ITA), e terminou a carreira no Miami United (EUA). Com a seleção, foi campeão da Copa América em 2004 e da Copa das Confederações em 2005. Fez parte do elenco que disputou o Mundial de 2006, na Alemanha, torneio no qual a equipe de Carlos Alberto Parreira foi eliminada nas quartas de final, pela França.

  • Folhapress

    Corinthians goleia Inter de Limeira e chega à semifinal do Paulista

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com uma atuação segura, o Corinthians derrotou a Inter de Limeira nesta terça-feira (11), por 4 a 1, na Neo Química Arena, e se tornou o primeiro time classificado à semifinal do Campeonato Paulista. O lateral Fagner, em seu jogo de número 400 pela equipe alvinegra, o zagueiro Jemerson, com dois gols, e o também zagueiro Raul definiram o placar que levou o clube do Parque São Jorge pela sétima vez consecutiva à penúltima fase do Estadual. Classificado, o time alvinegro chegou aos 28 pontos. Caso o São Paulo seja eliminado pela Ferroviária, na sexta (14), os corintianos terminarão as quartas de final com a melhor campanha na classificação geral e enfrentarão o vencedor do embate entre Mirassol e Guarani, que vão duelar nesta quarta (12), às 21h. Se o clube do Morumbi confirmar o favoritismo e avançar à sequência do mata-mata, chegará ao menos a 28 pontos e com maior saldo de gols. Aí, o Corinthians terá como adversário o vencedor do confronto entre Palmeiras e Red Bull Bragantino, que jogarão na sexta. As semifinais do Campeonato Paulista ocorrerão já no próximo domingo (16), também em sistema de jogo único. Antes de voltar a jogar pelo Estadual, a equipe de Mancini vai encarar o Peñarol (URU), na quinta (13), em compromisso pela quarta rodada da Copa Sul-Americana. O clube poderá ser desclassificado em caso de derrota para os uruguaios. O técnico corintiano já avisou que ainda não sabe se vai repetir a mesma formação no próximo duelo. No entanto, ao menos o esquema tático 3-5-2 deverá ser mantido, uma vez que o time voltou a mostrar uma boa evolução com ele. O gol de Fagner foi prova disso. Com três homens fixos na defesa, o treinador libera laterais e meios-campistas para avançarem ao ataque. Foi assim que o futebol de Luan cresceu, com três gols nos últimos dois jogos, além de o time passar a ser mais agressivo pelas alas. Exemplo disso foi a jogada construída por Piton, na esquerda, antes de o lateral servir Fagner, na outra ponta, para ele abrir o placar, aos nove minutos. Curiosamente, foi também em um dia 11 de maio, de 2014, que o jogador anotou o primeiro dos 12 gols que ele tem agora com a camisa alvinegra. Na ocasião, ele marcou no empate por 1 a 1 com o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro. Pouco depois de abrir o placar, os donos da casa tiveram a chance de ampliar, em bola colocada na rede por Luan, mas a arbitragem anulou o gol por considerar que a bola saiu pela linha de fundo antes do arremate. Como garçom, o camisa 7 teve mais sorte no segundo tempo, quando serviu Jemerson e pegou a defesa da Inter de Limeira desarrumada para deixar o zagueiro em condições de finalizar rasteiro e fazer o segundo, aos 13. O zagueiro Thalisson Kelven ainda descontou para a Inter de Limeira, aos 19, mas Jemerson voltou a balançar a rede, aos 32. Já nos acréscimos, Raul estabeleceu a goleada de cabeça. CORINTHIANS Cássio; João Victor, Jemerson e Raul Gustavo; Fagner, Gabriel, Ramiro (Roni), Luan (Léo Natel), Otero (Mateus Vital) e Lucas Piton (Fábio Santos); Cauê (Gustavo Mosquito). T.: Vagner Mancini. INTER DE LIMEIRA Jefferson Paulino; Elacio, Renan Fonseca (Lucas Balardin), Thalisson e Vançan (Welinton); Deivid, Igor Henrique (Pedro do Rio) e Rondinelly (Ferrugem); Felipe Saraiva, Roger (Marcos Vinícius) e Bruno Xavier. T.: Thiago Carpini Estádio: Neo Química Arena, em São Paulo Árbitro: Douglas Marques das Flores Assistentes: Fabrini Bevilaqua Costa e Daniel Luis Marques VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral Cartões amarelos: Raul Gustavo (COR); Bruno Xavier, Igor Henrique, Lucas Balardin e Deivid (INL) Gols: Fagner (COR), aos 9'/1ºT; Jemerson (COR), aos 13' e aos 32', Thalisson (INL), aos 19', e Raul Gustavo (COR), aos 48'/2ºT