Maiores recordistas olímpicos

Mais rápidos, mais altos e mais fortes. O lema dos Jogos Olímpicos faz todo sentido quando falamos dos melhores atletas da história. Quase todos os recordes mundiais são ainda mais impressionantes na categoria masculina do que na feminina (uma exceção é o arremesso de disco). Listamos para você os 10 maiores campeões de todos os tempos.

10 – Sawao Kato. Nenhum ginasta ganhou mais medalhas de ouro do que ele. O japonês conquistou oito delas entre os Jogos de 1968, na Cidade do México, e 1976, em Montreal. Foi tricampeão por equipes, bi nas provas do individual geral e das barras paralelas e vencedor no solo. Ao todo, foram 12 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. É considerado o atleta mais técnico nas modalidades que dominou. Foto: AP
10 – Sawao Kato. Nenhum ginasta ganhou mais medalhas de ouro do que ele. O japonês conquistou oito delas entre os Jogos de 1968, na Cidade do México, e 1976, em Montreal. Foi tricampeão por equipes, bi nas provas do individual geral e das barras paralelas e vencedor no solo. Ao todo, foram 12 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. É considerado o atleta mais técnico nas modalidades que dominou. Foto: AP
10 – Sawao Kato. Nenhum ginasta ganhou mais medalhas de ouro do que ele. O japonês conquistou oito delas entre os Jogos de 1968, na Cidade do México, e 1976, em Montreal. Foi tricampeão por equipes, bi nas provas do individual geral e das barras paralelas e vencedor no solo. Ao todo, foram 12 medalhas em três edições dos Jogos Olímpicos. É considerado o atleta mais técnico nas modalidades que dominou. Foto: AP
9 – Jesse Owens. O atleta norte-americano é lembrado por ter desafiado o ditador Adolf Hitler ao conquistar quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936. Falta dizer que naqueles tempos era impossível ter mais sucesso do que isso – havia um limite de provas para cada competidor. Venceu nos 100 e nos 200 metros rasos, no revezamento 4 x 100 metros e no salto em distância. A 2ª Guerra Mundial o impediu de ganhar mais medalhas. Foto: AP
9 – Jesse Owens. O atleta norte-americano é lembrado por ter desafiado o ditador Adolf Hitler ao conquistar quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936. Falta dizer que naqueles tempos era impossível ter mais sucesso do que isso – havia um limite de provas para cada competidor. Venceu nos 100 e nos 200 metros rasos, no revezamento 4 x 100 metros e no salto em distância. A 2ª Guerra Mundial o impediu de ganhar mais medalhas. Foto: AP
9 – Jesse Owens. O atleta norte-americano é lembrado por ter desafiado o ditador Adolf Hitler ao conquistar quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim, em 1936. Falta dizer que naqueles tempos era impossível ter mais sucesso do que isso – havia um limite de provas para cada competidor. Venceu nos 100 e nos 200 metros rasos, no revezamento 4 x 100 metros e no salto em distância. A 2ª Guerra Mundial o impediu de ganhar mais medalhas. Foto: AP
8 – Steve Redgrave. O remador britânico é um grande campeão por sua regularidade: conquistou ouro em cinco Olimpíadas consecutivas, de Los Angeles-1984 a Sydney-2000. É tão idolatrado em seu país que carregou a bandeira do Reino Unido em duas aberturas de Jogos. Inacreditável? Ainda mais é sua vida de aposentado: em 2006, terminou a maratona de Londres em terceiro lugar e doou o prêmio para caridade. Candidato a acender a pira. Foto: AP
8 – Steve Redgrave. O remador britânico é um grande campeão por sua regularidade: conquistou ouro em cinco Olimpíadas consecutivas, de Los Angeles-1984 a Sydney-2000. É tão idolatrado em seu país que carregou a bandeira do Reino Unido em duas aberturas de Jogos. Inacreditável? Ainda mais é sua vida de aposentado: em 2006, terminou a maratona de Londres em terceiro lugar e doou o prêmio para caridade. Candidato a acender a pira. Foto: AP
8 – Steve Redgrave. O remador britânico é um grande campeão por sua regularidade: conquistou ouro em cinco Olimpíadas consecutivas, de Los Angeles-1984 a Sydney-2000. É tão idolatrado em seu país que carregou a bandeira do Reino Unido em duas aberturas de Jogos. Inacreditável? Ainda mais é sua vida de aposentado: em 2006, terminou a maratona de Londres em terceiro lugar e doou o prêmio para caridade. Candidato a acender a pira. Foto: AP
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7 – Aladár Gerevich. O esgrimista húngaro é um assombro não só por suas seis medalhas de ouro, que fazem dele o maior da história no esporte. Além dos adversários, ele venceu a 2ª Guerra Mundial, que criou um hiato de competições de primeiro nível entre 1939 e 1945. Campeão em Los Angeles-1932, Berlim-1936, duas vezes em Londres-1948, Helsinque-1952, Melbourne-1956 e Roma-1960, sempre pela equipe de sabre e no individual no Reino Unido. Foto: Reprodução
7 – Aladár Gerevich. O esgrimista húngaro é um assombro não só por suas seis medalhas de ouro, que fazem dele o maior da história no esporte. Além dos adversários, ele venceu a 2ª Guerra Mundial, que criou um hiato de competições de primeiro nível entre 1939 e 1945. Campeão em Los Angeles-1932, Berlim-1936, duas vezes em Londres-1948, Helsinque-1952, Melbourne-1956 e Roma-1960, sempre pela equipe de sabre e no individual no Reino Unido. Foto: Reprodução
7 – Aladár Gerevich. O esgrimista húngaro é um assombro não só por suas seis medalhas de ouro, que fazem dele o maior da história no esporte. Além dos adversários, ele venceu a 2ª Guerra Mundial, que criou um hiato de competições de primeiro nível entre 1939 e 1945. Campeão em Los Angeles-1932, Berlim-1936, duas vezes em Londres-1948, Helsinque-1952, Melbourne-1956 e Roma-1960, sempre pela equipe de sabre e no individual no Reino Unido. Foto: Reprodução
6 - Carl Lewis. Dez medalhas olímpicas. Nove delas de ouro. O atleta norte-americano conquistou títulos de Los Angeles-1984 a Atlanta-1996. Campeão dos 200 metros rasos, bicampeão dos 100 metros rasos (a segunda vez depois da desclassificação do canadense Ben Johnson por doping, em Seul-1988) e do revezamento 4 x 100, tinha no salto em distância sua especialidade: tetracampeão consecutivo. Foto: AP
6 - Carl Lewis. Dez medalhas olímpicas. Nove delas de ouro. O atleta norte-americano conquistou títulos de Los Angeles-1984 a Atlanta-1996. Campeão dos 200 metros rasos, bicampeão dos 100 metros rasos (a segunda vez depois da desclassificação do canadense Ben Johnson por doping, em Seul-1988) e do revezamento 4 x 100, tinha no salto em distância sua especialidade: tetracampeão consecutivo. Foto: AP
6 - Carl Lewis. Dez medalhas olímpicas. Nove delas de ouro. O atleta norte-americano conquistou títulos de Los Angeles-1984 a Atlanta-1996. Campeão dos 200 metros rasos, bicampeão dos 100 metros rasos (a segunda vez depois da desclassificação do canadense Ben Johnson por doping, em Seul-1988) e do revezamento 4 x 100, tinha no salto em distância sua especialidade: tetracampeão consecutivo. Foto: AP
5 - Teófilo Stevenson. O boxeador cubano é a encarnação do espírito olímpico. Nunca se profissionalizou porque queria continuar competindo. Ouro em Munique-1972, Montreal-1976 e Moscou-1980, recusou propostas milionárias para ser empresariado por Don King e enfrentar Muhammad Ali. Era o favorito para conquistar o tetra em Los Angeles-1984, mas Cuba boicotou o evento nos Estados Unidos, assim como os norte-americanos fizeram quatro anos antes. Seu estilo elegante dentro do ringue se repetia do lado de fora. "Um milhão de dólares não é tanta coisa para quem tem o amor de oito milhões de cubanos", costumava dizer. É um ídolo nacional, descobridor de pugilistas e deputado no Congresso em Havana.Foto: Reprodução
5 - Teófilo Stevenson. O boxeador cubano é a encarnação do espírito olímpico. Nunca se profissionalizou porque queria continuar competindo. Ouro em Munique-1972, Montreal-1976 e Moscou-1980, recusou propostas milionárias para ser empresariado por Don King e enfrentar Muhammad Ali. Era o favorito para conquistar o tetra em Los Angeles-1984, mas Cuba boicotou o evento nos Estados Unidos, assim como os norte-americanos fizeram quatro anos antes. Seu estilo elegante dentro do ringue se repetia do lado de fora. "Um milhão de dólares não é tanta coisa para quem tem o amor de oito milhões de cubanos", costumava dizer. É um ídolo nacional, descobridor de pugilistas e deputado no Congresso em Havana.Foto: Reprodução
5 - Teófilo Stevenson. O boxeador cubano é a encarnação do espírito olímpico. Nunca se profissionalizou porque queria continuar competindo. Ouro em Munique-1972, Montreal-1976 e Moscou-1980, recusou propostas milionárias para ser empresariado por Don King e enfrentar Muhammad Ali. Era o favorito para conquistar o tetra em Los Angeles-1984, mas Cuba boicotou o evento nos Estados Unidos, assim como os norte-americanos fizeram quatro anos antes. Seu estilo elegante dentro do ringue se repetia do lado de fora. "Um milhão de dólares não é tanta coisa para quem tem o amor de oito milhões de cubanos", costumava dizer. É um ídolo nacional, descobridor de pugilistas e deputado no Congresso em Havana.Foto: Reprodução
4 – Mark Spitz. Nos Jogos da Cidade do México, em 1968, o nadador americano saiu frustrado. Ganhou apenas duas medalhas de ouro, embora projetasse seis. Quatro anos mais tarde, em Munique-1972, cravou uma marca que durou décadas: sete títulos olímpicos em uma mesma edição, cravando recordes mundiais em todos eles. Foi tanta glória que Spitz cansou: aposentou-se aos 22 anos de idade. Alguém dúvida que ele poderia ter ganhado ainda mais? Foto: AP
4 – Mark Spitz. Nos Jogos da Cidade do México, em 1968, o nadador americano saiu frustrado. Ganhou apenas duas medalhas de ouro, embora projetasse seis. Quatro anos mais tarde, em Munique-1972, cravou uma marca que durou décadas: sete títulos olímpicos em uma mesma edição, cravando recordes mundiais em todos eles. Foi tanta glória que Spitz cansou: aposentou-se aos 22 anos de idade. Alguém dúvida que ele poderia ter ganhado ainda mais? Foto: AP
4 – Mark Spitz. Nos Jogos da Cidade do México, em 1968, o nadador americano saiu frustrado. Ganhou apenas duas medalhas de ouro, embora projetasse seis. Quatro anos mais tarde, em Munique-1972, cravou uma marca que durou décadas: sete títulos olímpicos em uma mesma edição, cravando recordes mundiais em todos eles. Foi tanta glória que Spitz cansou: aposentou-se aos 22 anos de idade. Alguém dúvida que ele poderia ter ganhado ainda mais? Foto: AP
3 – Nikolai Andrianov. O ginasta soviético foi dono de um recorde que parecia imbatível: 15 medalhas olímpicas, sendo que esteve no pódio pelo menos uma vez em cada aparelho. O primeiro título foi no solo, em Munique-1972. Quatro anos depois, em Montreal, conquistou quatro títulos, dois segundos lugares e um bronze. Ao todo foram sete ouros, cinco pratas e três bronzes. Encerrou a carreira após seus dois últimos títulos, em Moscou-1980. Foto: AP
3 – Nikolai Andrianov. O ginasta soviético foi dono de um recorde que parecia imbatível: 15 medalhas olímpicas, sendo que esteve no pódio pelo menos uma vez em cada aparelho. O primeiro título foi no solo, em Munique-1972. Quatro anos depois, em Montreal, conquistou quatro títulos, dois segundos lugares e um bronze. Ao todo foram sete ouros, cinco pratas e três bronzes. Encerrou a carreira após seus dois últimos títulos, em Moscou-1980. Foto: AP
3 – Nikolai Andrianov. O ginasta soviético foi dono de um recorde que parecia imbatível: 15 medalhas olímpicas, sendo que esteve no pódio pelo menos uma vez em cada aparelho. O primeiro título foi no solo, em Munique-1972. Quatro anos depois, em Montreal, conquistou quatro títulos, dois segundos lugares e um bronze. Ao todo foram sete ouros, cinco pratas e três bronzes. Encerrou a carreira após seus dois últimos títulos, em Moscou-1980. Foto: AP
2 – Paavo Nurmi. Nove medalhas de ouro e três de prata, todas nas pistas de corrida em três Olimpíadas: Antuérpia-1920, Paris-1924 e Amsterdã-1928. Considerado o maior corredor de todos os tempos, o finlandês dominou todas as distâncias entre 3.000 e 10.000 metros. Nurmi conquistou todos esses títulos em tempos nos quais os Jogos Olímpicos não tinham tantas provas. Acendeu a pira olímpica em Helsinque-1952. Ao todo, conquistou 12 medalhas. Foto: AP
2 – Paavo Nurmi. Nove medalhas de ouro e três de prata, todas nas pistas de corrida em três Olimpíadas: Antuérpia-1920, Paris-1924 e Amsterdã-1928. Considerado o maior corredor de todos os tempos, o finlandês dominou todas as distâncias entre 3.000 e 10.000 metros. Nurmi conquistou todos esses títulos em tempos nos quais os Jogos Olímpicos não tinham tantas provas. Acendeu a pira olímpica em Helsinque-1952. Ao todo, conquistou 12 medalhas. Foto: AP
2 – Paavo Nurmi. Nove medalhas de ouro e três de prata, todas nas pistas de corrida em três Olimpíadas: Antuérpia-1920, Paris-1924 e Amsterdã-1928. Considerado o maior corredor de todos os tempos, o finlandês dominou todas as distâncias entre 3.000 e 10.000 metros. Nurmi conquistou todos esses títulos em tempos nos quais os Jogos Olímpicos não tinham tantas provas. Acendeu a pira olímpica em Helsinque-1952. Ao todo, conquistou 12 medalhas. Foto: AP
1 – Michael Phelps . Dezesseis medalhas ao todo. Oito medalhas de ouro em uma única edição das Olimpíadas, em Pequim-2008. Quatro anos antes, em Atenas, conquistou seis títulos. Em Londres, o nadador norte-americano disputará ao menos três provas com chance de lugar mais alto no pódio. Depois disso, doce aposentadoria, aos 26 anos de idade. Assim, de casa, ele poderá passar as próximas décadas assistindo os desafiantes a desbancá-lo do posto de maior atleta olímpico de toda a história. Quem poderá superá-lo? Foto: AP
1 – Michael Phelps . Dezesseis medalhas ao todo. Oito medalhas de ouro em uma única edição das Olimpíadas, em Pequim-2008. Quatro anos antes, em Atenas, conquistou seis títulos. Em Londres, o nadador norte-americano disputará ao menos três provas com chance de lugar mais alto no pódio. Depois disso, doce aposentadoria, aos 26 anos de idade. Assim, de casa, ele poderá passar as próximas décadas assistindo os desafiantes a desbancá-lo do posto de maior atleta olímpico de toda a história. Quem poderá superá-lo? Foto: AP
1 – Michael Phelps . Dezesseis medalhas ao todo. Oito medalhas de ouro em uma única edição das Olimpíadas, em Pequim-2008. Quatro anos antes, em Atenas, conquistou seis títulos. Em Londres, o nadador norte-americano disputará ao menos três provas com chance de lugar mais alto no pódio. Depois disso, doce aposentadoria, aos 26 anos de idade. Assim, de casa, ele poderá passar as próximas décadas assistindo os desafiantes a desbancá-lo do posto de maior atleta olímpico de toda a história. Quem poderá superá-lo? Foto: AP

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