Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

O volante Gabriel deixou o Palmeiras no fim do ano passado para assinar contrato com o maior rival, o Corinthians. Agora, tenta seguir o exemplo de alguns jogadores e ex-jogadores que depois de uma passagem discreta por um clube, brilharam em um rival. Selecionamos dez exemplos de gente que virou a casaca e se deu bem.

Por Rodrigo Borges

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Revelado pelo Flamengo, clube que defendeu duas vezes ainda em início de carreira, o zagueiro Gonçalves brilhou mesmo pelo Botafogo. Pelo alvinegro foi duas vezes campeão carioca e faturou o Campeonato Brasileiro de 1995. Era atleta do Botafogo quando foi convocado para defender a seleção brasileira na Copa de 1998. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Em 2007, Alessandro estava mal no Santos, era apenas reserva na Vila Belmiro. A sorte do lateral direito mudou ao ser contratado pelo Corinthians para jogar a Série B. No Timão, tornou-se capitão e viveu seu grande momento ao erguer as taças da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes em 2012. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Jadson chegou ao São Paulo depois de ótima passagem de sete anos pelo Shakhtar Donetsk. No Morumbi, porém, foi um fiasco durante dois anos. Negociado com o Corinthians, reencontrou seu melhor futebol e foi destaque do Campeonato Brasileiro de 2015, vencido pelo Timão. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Leonardo Silva deixou o Cruzeiro completamente desacreditado no fim de 2010, quando venceu seu contrato. Havia na Raposa quem acreditasse que o zagueiro não tinha mais futuro depois de uma lesão grave no joelho direito. Foi para o Atlético e lá virou idolo e foi campeão da Copa Libertadores de 2013 e da Copa do Brasil de 2014. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

O zagueiro Bolívar ficou famoso como campeão da Libertadores (2006 e 2009) e do Mundial de Clubes (2006) pelo Internacional, mas antes disso teve uma passagem discreta pelo Grêmio, em 2001. A carreira firmou-se a partir de 2003, quando chegou ao Colorado, onde ficou por três anos e retornou depois em 2008. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Edmundo é um caso curioso de idas e vindas. Revelado pelo Vasco, foi para o Palmeiras e, em 1995, transferiu-se para o Flamengo. O celebrado “melhor ataque do mundo” formado com Romário e Sávio, foi um fiasco. O atacante foi para o Corinthians e, em 1997 e 1998, de volta ao Vasco, viveu a fase mais espetacular da carreira. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Rivaldo era uma grande revelação do Mogi Mirim quando foi emprestado ao Corinthians, em 1993. Não deu certo, o jogador foi muito mal no Timão e acabou vendido ao Palmeiras. A carreira então mudou: o meia-atacante brilhou no rival de 1994 a 1996 e, mais tarde, no Barcelona. Foi eleito melhor do mundo pela Fifa em 1998. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Zetti chegou a ficar 1.238 minutos sem sofrer gols em 1987 e parecia ter futuro certo no Palmeiras. No ano seguinte, uma fratura na perna direita após dividida com Bebeto mudou a carreira do goleiro, que perdeu o posto de titular para Velloso. Encostado, em 1990 foi para o São Paulo, onde foi bicampeão da Libertadores e Mundial. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

A fase no Palmeiras não era boa para Neto, constantemente substituído pelo técnico Emerson Leão e escalado na ponta, não no meio. Em 1989, o Verdão mandou o jogador para o Corinthians e recebeu em troca Dida e Ribamar. Neto virou um enorme ídolo da história do Timão, dando à equipe seu primeiro título brasileiro, em 1990. Foto: Gazeta Press

Jogadores que saíram por baixo para serem ídolos rivais

Revelado pelo Flamengo, clube que defendeu duas vezes ainda em início de carreira, o zagueiro Gonçalves brilhou mesmo pelo Botafogo. Pelo alvinegro foi duas vezes campeão carioca e faturou o Campeonato Brasileiro de 1995. Era atleta do Botafogo quando foi convocado para defender a seleção brasileira na Copa de 1998. Foto: Gazeta Press