Campeões que superaram barreiras pela glória olímpica

O importante é competir, mas melhor do que isso é ganhar depois de superar barreiras que pareciam intransponíveis. Não faltam exemplos de atletas motivados pela glória olímpica que superaram suspensões injustas, guerras, lesões momentâneas ou permanentes para subirem ao pódio no evento mais prestigioso do esporte. O Yahoo conta aqui quais foram as vitórias mais surpreendentes dos Jogos, graças à vontade de competidores natos.

George Eyser. A longa tradição de sacrifício olímpico teve um de seus maiores exemplos em Saint Louis-1904. Competindo pelos EUA, o ginasta alemão conquistou naquela edição dos Jogos três medalhas de ouro (salto, barras paralelas e escalada), duas de prata (exercícios combinados e cavalo) e uma de bronze (barra fixa). Seria apenas mais um multicampeão se não fosse o único da história a subir ao pódio mesmo tendo uma perna de pau. Foto: reprodução.
George Eyser. A longa tradição de sacrifício olímpico teve um de seus maiores exemplos em Saint Louis-1904. Competindo pelos EUA, o ginasta alemão conquistou naquela edição dos Jogos três medalhas de ouro (salto, barras paralelas e escalada), duas de prata (exercícios combinados e cavalo) e uma de bronze (barra fixa). Seria apenas mais um multicampeão se não fosse o único da história a subir ao pódio mesmo tendo uma perna de pau. Foto: reprodução.
George Eyser. A longa tradição de sacrifício olímpico teve um de seus maiores exemplos em Saint Louis-1904. Competindo pelos EUA, o ginasta alemão conquistou naquela edição dos Jogos três medalhas de ouro (salto, barras paralelas e escalada), duas de prata (exercícios combinados e cavalo) e uma de bronze (barra fixa). Seria apenas mais um multicampeão se não fosse o único da história a subir ao pódio mesmo tendo uma perna de pau. Foto: reprodução.
Maurren Maggi. A saltadora brasileira era só uma atleta promissora em 2003, quando foi pega no exame antidoping por causa de um mísero creme de depilação. A expectativa de disputar Atenas-2004 foi arrasada, apesar de dirigentes e colegas passarem mais de um ano alegando inocência de Maurren. Quando voltou às pistas, era vista como uma atleta em decadência. Em 2008, subiu. Teve seu auge em Pequim, saltando 7,03 metros – uma a mais que a 2ª colocada. Foto: AP.
Maurren Maggi. A saltadora brasileira era só uma atleta promissora em 2003, quando foi pega no exame antidoping por causa de um mísero creme de depilação. A expectativa de disputar Atenas-2004 foi arrasada, apesar de dirigentes e colegas passarem mais de um ano alegando inocência de Maurren. Quando voltou às pistas, era vista como uma atleta em decadência. Em 2008, subiu. Teve seu auge em Pequim, saltando 7,03 metros – uma a mais que a 2ª colocada. Foto: AP.
Maurren Maggi. A saltadora brasileira era só uma atleta promissora em 2003, quando foi pega no exame antidoping por causa de um mísero creme de depilação. A expectativa de disputar Atenas-2004 foi arrasada, apesar de dirigentes e colegas passarem mais de um ano alegando inocência de Maurren. Quando voltou às pistas, era vista como uma atleta em decadência. Em 2008, subiu. Teve seu auge em Pequim, saltando 7,03 metros – uma a mais que a 2ª colocada. Foto: AP.
Shun Fujimoto. Para os japoneses, o ginasta é um dos maiores heróis esportivos já produzidos. Com uma perna quebrada e um joelho deslocado, competiu em Montreal-1976 por conta da impossibilidade de substitui-lo. Não conseguiu alta pontuação, mas foi o bastante para a equipe do Japão conquistar a medalha de ouro. Na época, o médico da delegação disse o seguinte: “Como ele saltou e girou sem gritar de dor está além da minha compreensão”. Foto: reprodução.
Shun Fujimoto. Para os japoneses, o ginasta é um dos maiores heróis esportivos já produzidos. Com uma perna quebrada e um joelho deslocado, competiu em Montreal-1976 por conta da impossibilidade de substitui-lo. Não conseguiu alta pontuação, mas foi o bastante para a equipe do Japão conquistar a medalha de ouro. Na época, o médico da delegação disse o seguinte: “Como ele saltou e girou sem gritar de dor está além da minha compreensão”. Foto: reprodução.
Shun Fujimoto. Para os japoneses, o ginasta é um dos maiores heróis esportivos já produzidos. Com uma perna quebrada e um joelho deslocado, competiu em Montreal-1976 por conta da impossibilidade de substitui-lo. Não conseguiu alta pontuação, mas foi o bastante para a equipe do Japão conquistar a medalha de ouro. Na época, o médico da delegação disse o seguinte: “Como ele saltou e girou sem gritar de dor está além da minha compreensão”. Foto: reprodução.
Role para baixo para continuar lendo
Anúncio
Viktor Chukarin. As dificuldades da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) também fizeram um campeão olímpico que comoveu o mundo. O ginasta soviético ganhou quatro ouros e duas pratas em Helsinque-1952. Pouco antes, tinha lutado nos combates, sido capturado e passado quatro anos em um campo de concentração nazista. Teve de reconquistar o porte de atleta por anos Ainda teve fôlego para três títulos em Melbourne-1956, uma prata e um bronze. Foto: reprodução.
Viktor Chukarin. As dificuldades da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) também fizeram um campeão olímpico que comoveu o mundo. O ginasta soviético ganhou quatro ouros e duas pratas em Helsinque-1952. Pouco antes, tinha lutado nos combates, sido capturado e passado quatro anos em um campo de concentração nazista. Teve de reconquistar o porte de atleta por anos Ainda teve fôlego para três títulos em Melbourne-1956, uma prata e um bronze. Foto: reprodução.
Viktor Chukarin. As dificuldades da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) também fizeram um campeão olímpico que comoveu o mundo. O ginasta soviético ganhou quatro ouros e duas pratas em Helsinque-1952. Pouco antes, tinha lutado nos combates, sido capturado e passado quatro anos em um campo de concentração nazista. Teve de reconquistar o porte de atleta por anos Ainda teve fôlego para três títulos em Melbourne-1956, uma prata e um bronze. Foto: reprodução.
Wilma Rudolf. Ninguém esperava que essa corredora norte-americana fosse sequer sobreviver à infância. Sofria com febres, pneumonia e até pólio. Começou a andar sozinha a partir dos sete anos de idade, porque antes tinha de caminhar com estruturas de metal. Em Roma-1960, tornou-se a primeira de seu país a conquistar três medalhas de ouro em uma edição dos Jogos. Título nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e nos revezamento 4 x 100. Foto: reprodução.
Wilma Rudolf. Ninguém esperava que essa corredora norte-americana fosse sequer sobreviver à infância. Sofria com febres, pneumonia e até pólio. Começou a andar sozinha a partir dos sete anos de idade, porque antes tinha de caminhar com estruturas de metal. Em Roma-1960, tornou-se a primeira de seu país a conquistar três medalhas de ouro em uma edição dos Jogos. Título nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e nos revezamento 4 x 100. Foto: reprodução.
Wilma Rudolf. Ninguém esperava que essa corredora norte-americana fosse sequer sobreviver à infância. Sofria com febres, pneumonia e até pólio. Começou a andar sozinha a partir dos sete anos de idade, porque antes tinha de caminhar com estruturas de metal. Em Roma-1960, tornou-se a primeira de seu país a conquistar três medalhas de ouro em uma edição dos Jogos. Título nos 100 metros rasos, 200 metros rasos e nos revezamento 4 x 100. Foto: reprodução.

Leia também