10 motivos para acreditar que 2017 será um ano diferente para o São Paulo

Se os últimos anos do São Paulo têm sido de jejum de títulos e de turbulência dentro e fora de campo, 2017 tem tudo para ser um ano diferente. A esperança está em vários acontecimentos recentes, bem como em personagens importantes que aglutinaram as forças do clube em prol da retomada da soberania perdida nos últimos anos. Confira 10 motivos para acreditar que esta temporada será melhor que as outras.

10 motivos para acreditar que 2017 será um ano diferente para o São Paulo

Mais patrocinadores – Outro ponto positivo foi a recuperação da imagem da agremiação no mercado. É possível ver isto no aumento de patrocinadores no manto tricolor. Se ainda não há um contrato da cota máster fechado, ao menos o número de marcas interessadas cresceu. Se em 2015 não havia qualquer patrocinador no uniforme, agora há sete, após o fechamento de um acordo com um banco digital. Além disso, há a parceria com uma empresa de aviação nas mídias digitais. A junção disso aumentar a renda da instituição e abre novas esperanças de reforços para a torcida são-paulina.

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Contas equilibradas – O São Paulo fechou 2016 com um superávit de R$ 1 milhão de reais, segundo o diretor financeiro do clube, Adilson Alves Martins, em declaração ao blogueiro do UOL Rodrigo Mattos. Bem melhor do que os R$ 180 milhões de déficit acumulados em 2014 e 2015. A dívida foi renegociada, o montante diminuiu e, aos poucos, as contas voltam a ficar equilibradas, um dos legados defendidos pela gestão Leco. Ainda há muito para melhorar nesta área, mas caso a austeridade continue, poderá melhroar, inclusive, o poder de compra na hora de atrair jogadores para a equipe.

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Bom clima no elenco – Marco Aurélio Cunha ajudou a melhorar o ambiente também no CT da Barra Funda. Com seu histórico vencedor e seu conhecimento dos meandros políticos, foi importante para o time afastar o fantasma do rebaixamento no Brasileirão do ano passado e por trazer alguns jogadores para o clube neste ano. O técnico Ceni também é outro fator positivo. A viagem para os Estados Unidos, onde o São Paulo ficou 18 dias, também foi importante para unir o grupo, tanto que o zagueiro Lugano disse, após o título da Flórida Cup, que em sua carreira nunca tinha vivenciado uma pré-temporada tão forte e, ao mesmo tempo, tão alegre.

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Paz política – A política tem sido um dos aspectos mais problemáticos do São Paulo nos últimos anos. Após a saída de Juvenal Juvêncio da presidência, e sua posterior morte, a união interna foi pulverizada em vários grupos buscando o poder. Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, assumiu o clube no lugar do afastado Carlos Miguel Aidar e conseguiu conter os ânimos por algum tempo. A passagem de Marco Aurélio Cunha, da oposição, pelo departamento e futebol, ajudou a aglutinar as forças internas ao menos dentro de campo. Mas, com as eleições presidenciais marcadas para abril (Leco tenta a reeleição, mas muitos candidatos são especulados), a paz pode acabar e comprometer dentro de campo, como ocorreu em 2015 e em 2016.

São Paulo sofre com a dependência de Cueva e procura reforço

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Frutos da base – Rogério Ceni fala com alegria e respeito sobre a base de Cotia. Com R$ 2 milhões mensais investidos ali, a meta é aproveitar os jovens ao máximo no elenco principal. E a safra é boa. David Neres, que assim como o zagueiro Lyanco e o goleiro Lucas Perri, está com a Seleção Brasileira que disputa o Sul-Americano Sub-20, despontou no ano passado. Nos Estados Unidos, Shaylon apareceu bem, Luiz Araújo foi titular e Araruna, Foguete e Junior Tavares foram testados. E ainda tem o meia Lucas Fernandes, destaque de 2015 e que só não apareceu entre os titulares após a saída de Paulo Henrique Ganso, pois havia se machucado.

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Nova esperança no gol – O desempenho irregular de Denis e a necessidade de um goleiro que saiba sair jogando com os pés fez Rogério Ceni telefonar para Sidão, ainda no Botafogo, e convidá-lo para defender o São Paulo. E o começo é animador. Os quatro pênaltis agarrados por Sidão na Flórida Cup colocaram o goleiro nas graças da torcida. Mas o técnico diz que a decisão do titular ainda não está tomada. De positivo, de qualquer forma, a chegada do novo arqueiro acirra a disputa e põe todos em alerta. Isso pode ajudar até no aprimoramento deles.

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Reforços animadores – Se ainda não chegou o matador que a torcida tanto almeja, os reforços apresentados pela diretoria melhoram a qualidade do elenco tricolor. Wellington Nem já dá mostras de que será um dos protagonistas da equipe. Neílton poderá crescer e servir de opção pelos lados do campo. Já Cícero alia cadência e experiência na criação das jogadas. No gol, Sidão já virou herói em pouco tempo, tanto que ganha um tópico só para si (clique e vá para o próximo).

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Gringos – Parte das ideias novas que estão sendo implementadas no time tricolor têm contribuição de Michael Beale, o inglês que veio da base do Liverpool e já lançou diversos livros sobre táticas e desenvolvimento de atletas. Já o francês Charles Hembert deverá ser o responsável por integrar melhor futebol profissional, Cotia e a diretoria, um dos entraves dos últimos anos.

No São Paulo, Rogério Ceni é o principal responsável pelas falhas de Denis