Flamengo ultrapassa marca de R$ 20 milhões em rescisões para técnicos na gestão Landim

Rodolfo Landim é o presidente do Flamengo (Foto: Marcelo Cortes/Flamengo)


Após a demissão de Paulo Sousa, o Flamengo ultrapassou a marca de R$ 20 milhões em gastos com rescisões de contratos para treinadores na gestão de Rodolfo Landim. Abaixo, relembre todos os técnicos que passaram pela Gávea no período e os valores gastos com a dispensa de cada um.

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Na gestão de Landim, o Flamengo teve como técnicos os seguintes profissionais: Abel Braga, Jorge Jesus, Domènec Torrent, Rogério Ceni, Renato Gaúcho e Paulo Sousa.

Dos seis nomes, apenas Abel Braga e Jorge Jesus pediram demissão. Já Renato Gaúcho apenas assinou a rescisão de contrato, sem multa. Portanto, não houve gasto com estes treinadores.

A situação, contudo, é diferente com os demais nomes. A quebra de contrato de Dome custou cerca de 1,8 milhões de euros, o que girava em torno de R$ 11,4 milhões na cotação da época.

No caso de Ceni, o Flamengo até tentou entrar em acordo com o treinador, mas ele não aceitou. Assim, Ceni recebeu um valor que girou em torno dos R$ 3 milhões.

Com Paulo Sousa ficou definido que a multa rescisória que o Flamengo teria que pagar é referente aos salários até o fim de 2022. Desse modo, o Rubro-Negro terá que pagar cerca de R$ 7,7 milhões ao português.

Contabilizando todos os gastos, o Flamengo gastou mais de R$ 22 milhões em rescisões com treinadores. Em termos de comparação, o valor é próximo ao que o clube gastou para comprar Thiago Maia do Lille-FRA. De acordo com o balanço do rubro-negro, o volante custou R$ 24 milhões e 68 mil.

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