Ex-chefão da Fórmula 1 é preso por porte ilegal de arma em SP

Bernie Ecclestone chegou ao Brasil no início de maio para participar de eventos com a esposa. Foto: Mark Thompson/Getty Images
Bernie Ecclestone chegou ao Brasil no início de maio para participar de eventos com a esposa. Foto: Mark Thompson/Getty Images

O ex-chefão da Fórmula 1, Bernie Ecclestone foi preso nesta quarta-feira (25) no Aeroporto de Viracopos em Campinas. Segundo informações do portal GE.com, o britânico de 91 anos foi detido por porte ilegal de arma.

Ecclestone estava no Brasil há cerca de um mês e tentava embarcar para a Suíca em voo particular, quando a máquina de raio-x detectou uma pistola calibre 32, sem documentação dentro de uma das suas malas.

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Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido até a 4ª Delegacia de Apoio ao Turista (Deatur) da Polícia Civil, no próprio aeroporto. Após pagamento de fiança foi liberado para seguir viagem ao país europeu.

O ex-chefe comercial da Fórmula 1 confirmou ser proprietário da arma de forma irregular, mas em seguida disse não ter conhecimento que estava em sua bagagem pessoal.

Bernie Ecclestone chegou ao país no início de maio e esteve presente em vários eventos do automobilismo brasileiro a esposa Fabiana, vice-presidente para a América do Sul da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Além de seguir ligado ao automobilismo e passar por eventos como a Copa Truck e o TCR South America também esteve na capital federal onde acompanhou o início das obras de reforma do Autódromo Nelson Piquet. A última vez que foi visto em público, foi no interior paulista, quando estevem em Mogi Guaçu e acompanhou a quarta etapa da temporada 2022 da Stock Car no autódromo Velocitta.

Bernie também é dono de uma fazenda em Amparo, a 178 quilômetros de São Paulo. Lá ele cultiva o café da marca Celebrity Coffee, que pertence a sua esposa. Foi nessa fazenda que o inglês passou a quarentena da pandemia da Covid-19.

Ecclestone deixou o cargo na principal categoria do automobilismo no início de 2017, quando a Fórmula 1 foi comprada pela americana Liberty Media, e o dirigente demitido, sendo substituído pelo compatriota Ross Brawn na chefia esportiva e pelo americano Sean Bratches na área comercial.

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