Espanha define estádios para candidatura à Copa do Mundo de 2030

Santiago Bernabéu está na lista dos estádios espanhóis para candidatura à Copa de 2030. Foto: Angel Martinez/Real Madrid via Getty Images
Santiago Bernabéu está na lista dos estádios espanhóis para candidatura à Copa de 2030. Foto: Angel Martinez/Real Madrid via Getty Images

A candidatura ibérica segue firme para a celebração do Mundial de 2030 com muitas vantagens sobre as suas rivais. O que começou em Sochi às vésperas de um Mundial Espanha-Portugal na Rússia 2018 pode acabar por ser a organização do Mundial 2030, embora em 2024 se saiba se alguma outra candidatura se queria competir com o ibérico.

15 estádios de 13 cidades optam por ser uma das onze sedes escolhidas pela Espanha como sede da Copa por três do país vizinho. Na manhã desta quinta-feira (14), políticos, federações e dirigentes das diferentes equipes envolvidas estiveram com Luis Rubiales, presidente da federação espanhola de futebol, para falar sobre o calendário e os requisitos que devem cumprir para estar entre os escolhidos.

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"Não é política. Por trás do projeto há um país e aquele momento de conexão, de dar uma imagem de unidade para um objetivo comum", disse Luis Rubiales. Há 13 meses, os chefes de Estado de Espanha e Portugal, os governos de ambos os países e os presidentes das duas federações estão trabalhando em pontos decisivos para serem eleitos sede do Mundial de 2030.

"Desde 2019, os passos certos foram dados, silenciosamente, mas corretamente. Temos o apoio da UEFA. A Grã-Bretanha e a Irlanda tiveram uma candidatura muito forte, mas optaram por organizar a Euro. Ceferin queria uma candidatura única da UEFA e que terá o apoio das 55 federações. Trabalhamos com humildade, mas com otimismo", disse o presidente da Real Federação Espanhola de Futebol.

Os estádios listados pelos espanhóis como possíveis sedes da principal competição de seleções do mundo são: Camp Nou (Barcelona), RCD Stadium (Cornellá), Santiago Bernabéu (Madrid), Metropolitano (Madrid), La Cartuja (Sevilla), La Nueva Condomina (Murcia), Gran Canaria (Las Palmas), La Rosaleda (Málaga), Mestalla (Valencia), San Mames (Bilbao), Anoeta (San Sebastián), La Romareda (Zaragoza), El Molinón (Gijón), Riazor (La Coruña) e Balaídos (Vigo).

“O capital será privado e público, mas não devemos cometer o erro de pensar em quanto vai custar e sim o retorno que a presença da Copa significaria para aquelas cidades e para o país", finalizou o cartola.

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