Edenílson presta depoimento ao STJD por caso de injúria racial

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Denúncia oferecida por Edenílson gerou inquérito no órgão judiciário.
Denúncia oferecida por Edenílson gerou inquérito no órgão judiciário. Foto: (Silvio Avila/Getty Images)

Após a abertura de inquérito no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) por conta da denúncia de injúria racial oferecida por Edenílson contra o lateral direito português Rafael Ramos, o meio-campista do Internacional prestou depoimento no Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP), localizado na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), acompanhado pelo departamento jurídico do clube gaúcho e não concedeu entrevistas na entrada ou na saída.

Quase uma semana após o jogador do Corinthians prestar seu depoimento, apresentando a versão de que não teria chamado o camisa 8 e capitão colorado de "macaco", a vítima da situação falou ao colegiado. Na saída do depoimento de Rafael Ramos, seu advogado, Daniel Baiski, reforçou o argumento de que em Portugal, de acordo com o relato de seu cliente, não se usa o termo para questões preconceituosas: "Em Portugal, conforme ele mencionou, não se faz esse tipo de comentário quando se quer falar algo preconceituoso, e ele desconhecia que isso era utilizado no Brasil".

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Após os dois jogadores envolvidos terem prestado depoimento, o auditor do Pleno do STJD, Paulo Feuz, irá analisar quais outras provas podem ser anexadas ao processo para avaliar se irá oferecer a denúncia ou não. Se foi de entendimento de que o caso deve ser continuado, o português pode ser punido com suspensão de 5 a 10 partidas e ser multado de R$ 100 a R$ 100 mil. O Corinthians pode ser expulso do Campeonato Brasileiro, caso a infração seja considerada de extrema gravidade.

Em entrevista ao programa Timeline, da Rádio Gaúcha, o perito judicial Roberto Meza Niella, especialista em leitura labial e diretor de consultoria pericial, afirmou que o português usou o termo "macaco" quando estava próximo ao jogador colorado.

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