Daniel Alves diz que, no Brasil, só joga no Athletico

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Em longa entrevista, Daniel Alves comentou desde seu futuro, passando pela Copa do Mundo, até a polêmica de Piquet e Hamilton.
Em longa entrevista, Daniel Alves comentou desde seu futuro, passando pela Copa do Mundo, até a polêmica de Piquet e Hamilton. Foto: (Masashi Hara/Getty Images)

Sem clube desde que o Barcelona decidiu por não renovar seu contrato, o lateral-direito Daniel Alves declarou que recebeu oportunidades "interessantes" após deixar o clube da Catalunha e que, caso retorne ao futebol brasileiro, a única possibilidade é de jogar no Athletico Paranaense, onde o volante Fernandinho, recém saído do Manchester City, está se preparando para atuar.

No longo contato que teve com o jornal britânico Guardian, o experiente jogador brasileiro comentou sobre sua saída do Barcelona, com uma leve cutucada na gestão do clube, e agradeceu a Xavi e ao presidente Joan Laporta por terem o contratado novamente: "Eu não saí triste. Fui embora feliz de ter retornado. Sonhei por cinco anos com esse segundo momento. O clube tem pecado nos últimos anos. Mas não estou falando sobre o meu caso porque ele foi diferente. Serei eternamente grato ao Xavi e ao presidente por me trazerem de volta. Mas o clube precisa melhorar o trabalho fora de campo".

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Sobre um possível retorno ao Brasil, após a passagem confusa pelo São Paulo, Dani afirmou estar estudando as propostas recebidas, mas que só volta a atuar no país se for no clube paranaense: "Hoje estou desempregado, mas coisas interessantes surgiram. Estou estudando os lugares, vendo quais têm bons níveis de competitividade. Quero ir para um lugar onde possa vencer. Eu não descarto nada, mas se eu voltar para o Brasil, será para o Athletico-PR".

Marcando um forte posicionamento na polêmica envolvendo o ex-piloto brasileiro Nelson Piquet e o sete vezes campeão mundial Lewis Hamilton, Dani criticou Piquet e se colocou ao lado de Hamilton: "Isso me incomodou. Não só pelo fato em si. Não vou me aprofundar muito nisso porque empurrar bêbado morro abaixo é fácil. Não é apenas por causa da declaração (de Piquet). É por tudo que está acontecendo. O que aconteceu é o extremo. Se o maior vencedor da Fórmula 1 é atacado, desprezado, excluído, imagine quem está lá embaixo na sociedade? (Hamilton) é um cara que pode transformar e precisa seguir lutando. Nós temos uma missão e ninguém vai nos abalar".

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