Crise econômica coloca em perigo chegada de Borja ao River

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Borja é uma das principais apostas do River Plate para o setor de ataque. Foto: Juan Barreto/AFP via Getty Images
Borja é uma das principais apostas do River Plate para o setor de ataque. Foto: Juan Barreto/AFP via Getty Images

A chegada de Miguel Ángel Borja ao River Plate já é um fato. O clube argentino pagará cerca de 7 milhões de dólares pelo atacante, que, embora planejasse chegar à Argentina no último sábado, teve que adiar sua viagem.

Em meio a um clima econômico convulsionado, com crescentes restrições cambiais que não facilitam esse tipo de operação, foi difícil para a River transferir o pagamento em moeda norte-americana devido às restrições impostas pelo Banco Central para esses horários.

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Embora a diretoria do clube argentino se mostre otimista em relação ao negócio, eles sabem que a situação é extrema. A verdade é que o River deve enviar os dólares e fechar a sua chegada antes de quinta-feira, dia 7, para poder inscrever o atacante no torneio local.

Além dos problemas que se agravaram na segunda-feira passada devido à decisão do Ministério da Economia de estabelecer uma nova armadilha para a saída de divisas, a renúncia de Martín Guzmán ao cargo de ministro na noite de sábado pode complicar a questão. As medidas da nova ministra Silvina Batakis serão fundamentais, embora até agora a negociação esteja em perigo.

Borja já se despediu de seus colegas do Junior em solo colombiano e até os entreteve com um jantar em um restaurante popular em Barranquilla na última quarta-feira. É claro que a cabeça do atacante de 29 anos já está focada no que será o novo desafio que enfrentará com a camisa do River.

Motivado e ansioso para estar em Núñez e ingressar no treinamento, Borja passará por uma revisão médica e assinará seu vínculo até dezembro de 2025. E sua grande predisposição foi vital para que as negociações entre River, Júnior e Palmeiras se concretizassem.

Diante de uma pendência de uma negociação entre os três clubes que exigia um investimento aproximado de US$ 7 milhões e que às vezes se tornava um grande obstáculo pela dificuldade de convencer Leila Pereira, presidente do Palmeiras, o artilheiro renunciou a parte da dívida que Junior mantinha com dele.

Ele até ajudou em vários aspectos junto com seu empresário Juan Pablo Pachón, que também atuou como intermediário para fechar a transferência ao River Plate.

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