Antes crítico de Dunga, agora Galvão já compara caminhada da Seleção à do tetra com Parreira

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Rogério Jovaneli
Rogério Jovaneli

Claramente contrário à volta de Dunga para ser o treinador da Seleção Brasileira, Galvão Bueno “cornetou” a escolha várias vezes na TV, mas foi só os resultados aparecerem, com direito à vitória sobre a rival Argentina, para o narrador da Globo voltar a se portar como o ufanista habitual do time brasileiro. Isso ficou ainda mais claro no “Bem, Amigos" desta segunda.

"Independente da discussão se Dunga deveria ou não ser o técnico, esse assunto já ficou pra trás, porque o trabalho está caminhando", começou o seu discurso pró-Dunga. E prosseguiu, desta vez agarrando-se à superstição para, apressado, já vislumbrar título de Copa do Mundo em 2018.

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Reprodução: Sportv

"Para aqueles que gostam de superstição, você sabe a última vez que um técnico começou um trabalho à frente da Seleção Brasileira com quatro vitórias consecutivas?", perguntou a Marco Antônio Rodrigues. Chamado de "Bodão", no Sportv, ele não soube responder, então Galvão soltou o dado supersticioso que tanto queria: “foi quando o nosso Carlos Alberto Parreira assumiu no trabalho do tetracampeonato.”

"Aquele [período] que estivemos juntos e fomos tão acusados, você, eu Pedro Bial e Telmo Zanini, de sermos os pachecos da Copa do Mundo porque torcíamos demais para a Seleção Brasileira", acrescentou, aparentemente ressentido com a fama adquirida até hoje.

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"Eu pergunto sempre de lá pra cá: vou torcer pra quem se não for para a Seleção Brasileira? Mas ali foram quatro vitórias consecutivas”, recordou, otimista, achando que os agora quatro triunfos da Seleção sob o comando de Dunga, tal qual ocorreu com Parreira, possa indicar uma conquista em uma Copa seguinte, desta vez o hexa.

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