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  • O fim dos Jogos Olimpícos do Rio de Janeiro trouxeram uma espécie de melancolia em torcedores, turistas e, principalmente, telespectadores.

    Mas as transmissões, discussões e afins tiveram como seu ponto alto alguns dos destaques que elegemos aqui:

    - Guga paixão unânime

    O ex-tenista foi ovacionado com a tocha olímpica nas mãos e também durante as transmissões de diferentes modalidades. Nas redes sociais, o atleta foi comparado com um “labrador”, sempre sorridente. A Globo, espertíssima, tratou de encaixá-lo em todos os espaços possíveis.

    - A revanche contra Neto

    Todos os jogadores trataram de responder ao comentarista e ferrenho crítico da seleção, que reclamou em uma rede social, dias antes, que era “dureza ver essa seleção masculina na olimpíada”. A vingança veio em forma de medalha.

    - Galvão e o orgulho nacional

    “Olhamos no espelho e gostamos do que vimos”. Assim, Galvão Bueno encerrou as transmissões dos jogos no último domingo (21). O narrador virou apresentador por 15 dias e fez

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    Parece mesmo que os vexames olímpicos ficarão por conta de Willian Waack, apresentador do Jornal da Globo que, mais uma vez, ganhou destaque nas redes sociais pela falta de elegância com a sua companheira de bancada nestes dias de jogos, Cristiane Dias.

    Na edição da noite de quarta-feira (17), os dois apresentadores trocaram farpas, após a vitória brasileira no vôlei de quadra e a conquista da medalha de prata no vôlei de praia.

    Cristiane pareceu incomodada com o fato de Waack não a ter cumprimentado no início do telejornal e alfinetou o ‘companheiro’.

    - Boa noite a todos, agora finalmente ele me deu um oi, mas, tudo bem, o momento pedia pressa, a gente entende - comentou. Vamos falar de vôlei, mas vôlei de quadra agora.

    Surpreso, Waack quis retomar e questionou:

    - Vamos falar de vôlei?

    Elegante e sorrindo, Cristiane replicou: 

    - Quer continuar?.

    - Não, você, devolveu o apresentador.

    - Então tá - o que parecia encerrar a farpa.

    Mas não foi o fim. Após reportagem sobre a ginástica olímpica, a

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  • Milton Leite. Foto: Divulgação/GloboMilton Leite. Foto: Divulgação/GloboE já que o assunto é a modalidade “exagero olímpico”, Milton Leite também não escapou dos palavrões com microfone aberto, durante a inusitada transmissão do ouro no salto com vara (assista ao vídeo aqui).

    Não se sabe se pelo fator surpresa, ou mesmo pelo calor da emoção no momento, o narrador da SporTV interrompeu a fala para xingar.

    “Aliás, desde o primeiro salto lá do Thiago, quando tava a disputa mano a mano, o Kendricks [norte-americano, medalha de bronze] tava lá, dando força, abraçando. O francês [Renaud Lavillenie] é que ainda não conseguiu fazer festa porque ainda não digeriu, né? A gente viu ele pertinho do técnico, alguns integrantes da…”, e então, interrompeu a narração e queixou-se, mais baixo: “Deixa eu falar, porra, deixa eu falar”.

    “E é a primeira…”, deu mais uma pausa e, finalmente, disparou: “eu tô falando, PQP”.

    São jogos para cardíaco, mesmo, diria Galvão.

    Leia mais »from Milton Leite se irrita em transmissão do ouro no atletismo e solta palavrões ao vivo
  • Comentarista da Fox Sports no atletismo da Rio 2016, Robson Caetano teve seu momento torcedor na transmissão ao vivo da medalha de ouro do salto com vara para o Brasil.

    Na noite desta segunda-feira (15), quando o francês Renaud Lavillenie não conseguiu ultrapassar o sarrafo a 6,03m e a medalha ficou finalmente com o brasileiro Thiago Braz da Silva, Robson não se conteve e gritou “CHUPA” nos microfones da emissora, que captavam seus comentários abertamente.

    A transmissão da Fox Sports tem sido marcada pelo bom humor: a turma do Porta dos Fundos faz a narração de jogos aleatórios ao vivo, desde o início dos jogos. 

    Críticas à parte, cada um joga com suas armas para conquistar a audiência cativa.

  • Que o narrador da ESPN Rômulo Mendonça se utiliza de memes e piadas de internet para animar a transmissão, isso muita gente que já acompanha NBA e NFL já sabe.

    Mas que ele também usaria esta postura divertida em partidas do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio, nem todos os espectadores imaginavam.

    E pareceu uma agradável surpresa: de ragatanga a carreta furacão, Mendonça explorou todos os bordões famosos em sua voz durante o jogo entre Brasil e Russia, pelo vôlei feminino e foi um sucesso.

    Nas redes sociais, muita gente comentou as piadas de Rômulo e também as risadas incontroláveis da sempre seríssima Ana Moser, que participa como comentarista da modalidade pela ESPN, nesta temporada olímpica.

    Numa noite de domingo em que Usain Bolt fez história, Mendonça também se fez presente num jogo que despertou menos interesse da audiência, mas sem perder o bom humor.

    Leia mais »from Rômulo Mendonça dá "show de memes" em transmissão do vôlei e ganha simpatia da audiência
  • Bem que tentaram. Seria um grande feito, inclusive: Glenda Kozlowski ganhou a oportunidade rara de narrar os eventos da ginástica olímpica, logo no primeiro dia de competições no Rio de Janeiro.

    Porém, a apresentadora do Esporte Espetacular perdeu a mão: torceu, vibrou além da conta. O espalhafato ganhou comentários negativos da audiência nas redes sociais.

    Um dia depois, Glenda já estava apenas fazendo participações menores com detalhes da cobertura e dialogando com Daiane dos Santos, a comentarista de Ginástica da Globo nestes jogos. A Globo negou que aquela tivesse sido a “estreia” da ex-bodyboarder na função, embora ela mesma tenha tratado o papel nos jogos como “um novo desafio” em suas redes sociais.

    Cleber Machado reassumiu o posto, dividido com Luis Roberto, nos dias que se seguiram na Ginástica.

    A Globo não tem do que se queixar: o investimento nos Jogos Olímpicos estão rendendo excelente audiência, em diferentes horários, segundo dados do Painel Nacional de Televisão: um aumento

    Leia mais »from Glenda Kozlowski se empolga demais em sua primeira narração de Olimpíada e fica em segundo plano nas transmissões da Globo
  • A programação 24 horas pode trazer surpresas desnecessárias, em alguns momentos. Como, por exemplo, a entrevista do ex-casseta Helio de La Peña com a goleira Tereza Almeida, do time de Angola. Ele foi até a zona mista para conversar com a atleta, após uma vitória sobre a Romênia, ao vivo, para o programa “Extraordinários”, da SporTV.

    - Ser gordinha facilita ficar no gol, não é não?

    - Facilita, mas também tem que ter força de vontade - respondeu Tereza, meio constrangida.

    De La Peña não se deu por satisfeito e continuou.

    - Ouvi dizer que você está querendo emagrecer, é verdade? Para entrar no vestido de noiva, ouvi falar isso.

    A goleira de Angola confirmou, dizendo já ter vestido de noiva.

    - Mas o que é melhor: emagrecer ou ganhar uma medalha? - Tereza cobriu o rosto com uma toalha, mas educadamente respondeu.

    - Ganhar uma medalha.

    A torcida brasileira praticamente “adotou” Teresa e tem torcido muito por ela nos jogos. Ela pesa 98 quilos. Porém, poderia ser chamada apenas de atleta, para variar

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  • Falta de educação. Foi assim que os telespectadores classificaram a postura de Willian Waack no Jornal da Globo com a convidada Anitta e até com sua colega de estúdio, Cristiane Dias.

    Pouca gente viu na hora, ou mesmo prestou atenção, após o êxtase coletivo da abertura dos Jogos Olímpicos, vista por bilhões de pessoas no mundo inteiro. Mas a cantora pop, que dividiu o palco com Gilberto Gil e Caetano Veloso - que a escolheu para cantar com ele - foi entrevistada por um indelicado Waack após a festa das delegações olímpicas no Maracanã.

    E nem se trata de gostar ou não da cantora ou seu estilo: imparcialidade é um dos princípios básicos do jornalismo - e, de fato, o apresentador do JG não pareceu trabalhar com esta premissa, naquela noite festiva.

    Por várias vezes, ele constrangeu a artista, com perguntas tendenciosas. Anitta, por sua vez, não perdeu o rebolado e respondeu a todas elas de forma elegante e aparentemente animada. Porém, o constrangimento que ficou no ar virou notícia até

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  • Após mais uma apresentação vexatória contra o Iraque e o sonho da medalha inédita cada vez mais distante, Galvão Bueno aproveitou o pós-jogo para desabafar. O narrador, inconformado, passou por cima da direção e dos roteiros pré-estabelecidos para reclamar da falta de empenho e de educação dos jogadores da Seleção Brasileira masculina.

    Meteu todo mundo no debate: Casagrande, Ronaldo, Gustavo Kuerten e até convidados absolutamente deslocados, como Samantha Schmutz. Em seu discurso indignado, falou sobre os jogadores não darem declarações em campo para o repórter Eric Faria, sobre a aparente falta de dedicação e garra do time e praticamente decretou falência da instituição, em uma fala firme e alterada.

    Há quem brincasse dizendo que só os protestos de Galvão eram permitidos, durante os jogos olímpicos - numa crítica às repressões de manifestações políticas nos estádios e nas arenas, durante o evento.

    Galvão chegou a mostrar imagens de Gabrielle Andersen, a lendária maratonista suíça que

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  • Com os jogos olímpicos do Rio, a programação de quase todas as emissoras, abertas ou fechadas, é quase monotemática. 

    A SporTV, com seus 16 canais, ficou com a preferência dos telespectadores pela variedade de modalidades simultâneas - inclusive com um canal dedicado até para o levantamento de peso. A ESPN, para fugir da mesmice (ou não), manteve seu “Bate-Bola” após a rodada do Brasileirão deste domingo (7).

    Mas curiosas mesmo nas transmissões foram as justificativas para as lamentáveis apresentações da seleção masculina de futebol.

    Já durante a semana, algumas delas já “pipocaram” para abafar o 0 a 0 com a África do Sul, logo na estreia. O “nervosismo da estreia”, a “torcida” e até o desabafo de Gabriel Jesus, que perdeu um gol feito e disse à imprensa que “não conseguiria dormir” naquela noite, após a chance desperdiçada.

    O que ficou sem explicação, no caso, foram as duas vitórias consecutivas da seleção feminina de futebol - que jogou com a mesma torcida, enfrentou o mesmo “fator

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