Under Armour fica perto de acerto com São Paulo para o lugar da Penalty

Jorge Nicola
Jorge Nicola

A crise entre São Paulo e Penalty tem um novo protagonista: a Under Armour. O presidente Carlos Miguel Aidar se encantou com a proposta da gigante americana para que o Tricolor passe a ter seus uniformes fabricados por ela a partir de 1º de maio.

Apenas o prêmio pela assinatura do contrato gira na casa de R$ 40 milhões. Foi também por causa deste valor que Aidar assegurou em outubro, ao Conselho Deliberativo, que o São Paulo estava prestes a assinar o maior acordo do futebol brasileiro.

O presidente sonhava em substituir a Penalty já em janeiro, usando como justificativa, entre outras coisas, a mancada da parceira ao convocar a imprensa para a entrevista de aposentadoria de Rogério Ceni — o goleiro ainda não decidiu se vai parar.

Porém, a Under Armour exigiu alguns meses para a produção dos uniformes e a criação de uma linha completa de produtos. Desta maneira, decidiu-se pelo início de maio, levando em consideração as primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro.

Uma pessoa ligada à Penalty confirmou ao Blog que o São Paulo tenta há semanas uma rescisão amigável para o fim de abril. “Mas não aceitaremos romper, a menos que paguem a multa pela quebra do contrato”, alerta o representante da fabricante.

Nesta segunda-feira, Aidar recebeu no Morumbi o presidente da Penalty, Paulo Ricardo de Oliveira, a fim de discutir como será feito o lançamento da última camisa do goleiro, que teve 20 mil unidades adquiridas apenas na pré-venda.

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Kaká veste camisa da Penalty, que deve deixar o Tricolor no fim do Paulistão do ano que vem (Sergio Barzaghi/Gazeta Press)

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