Samsung exige na Justiça R$ 20 milhões do Palmeiras

Jorge Nicola
Jorge Nicola

A quebra do contrato com a Samsung, em junho de 2010, poderá custar bem caro ao Palmeiras. A multinacional sul-coreana não recebeu a multa prevista e entrou com ação na 3ª Vara Cível cobrando R$ 20 milhões. O valor também inclui reparação por perdas indiretas e danos morais.

O Palmeiras decidiu romper com a Samsung para ficar com a Fiat, que pagaria R$ 8 milhões a mais por ano. “A Fiat até deu o dinheiro da multa, mas o (Luiz Gonzaga) Belluzzo o usou para contratar jogadores”, acusa Mustafá Contursi, se referindo ao presidente da época.

Quase dois anos depois, durante a gestão de Arnaldo Tirone, a Samsung conseguiu penhorar R$ 3,7 milhões das contas do Palmeiras — foram R$ 300 mil a mais do que o valor original da multa em razão de juros e correção monetária.

O processo segue e a próxima audiência deverá ocorrer no início do ano que vem, quando o juiz avaliará o pedido de ressarcimento por perdas indiretas e danos morais. Após o episódio, a Samsung decidiu que nunca mais patrocinará qualquer clube de futebol no Brasil.

Modelo apresenta uniforme do Palmeiras, patrocinado pela Samsung, em 2009 (Djalma Vassão/Gazeta Press)

Negociações - Fora dos planos do Palmeiras, o zagueiro Lúcio tem uma oferta do futebol chinês. Para fazê-lo aceitar a proposta, a diretoria alviverde já comunicou que topa liberá-lo de graça.

Já o ataque palmeirense, formado por Henrique e Diogo durante boa parte de 2014, não convenceu muitos torcedores do Palmeiras — ambos foram contratados da Lusa. E o novo alvo da diretoria, Leandro Banana, também jogou no Canindé, com Henrique.

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