Canoagem brasileira brilha e aumenta expectativa para 2016

Brasil de Ouro

Como não ficar otimista com os resultados da canoagem brasileira? Se, hoje, a modalidade é considerada pelo Comitê Olímpico do Brasil como um esporte contribuinte para a meta de chegar no top 10 no quadro geral de medalha, me arrisco a dizer que esse panorama pode mudar até a Olimpíada.

Isaquias Queiroz já havia sido o primeiro brasileiro a conquistar medalhas em Mundiais, na Alemanha, no ano passado. Este ano, no Mundial de Moscou, na Rússia, ele já se garantiu em duas finais: na prova olímpica C1 1000 (que será disputada no sábado) e na prova C1 500 (que será disputada no domingo).

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O atleta, de apenas 20 anos, é uma das grandes promessas da nova geração e também está na semifinal do C2 200, ao lado de Erlon Souza. Esta foi a primeira competição que Isaquias e Erlon formaram dupla. Erlon também garantiu vaga em uma final, do C2 1000, ao lado de Ronilson Oliveira. Esta é a primeira vez que o Brasil classifica um barco de C2 1000, prova olímpica, para uma final de Mundial. Nivalter Santos também está na semifinal de outra prova olímpica, o C1 200, que será disputada neste sábado.

A canoagem foi um dos esportes que conseguiu aproveitar bem todo o investimento do Ministério do Esporte e do COB. Com a compra de novos equipamentos esportivos e o uso da Ciência do Esporte, a equipe evoluiu. A chegada de um técnico estrangeiro na modalidade também foi muito importante. O espanhol Jesús Morlán já conquistou cinco medalhas olímpicas ao lado do compatriota David Cal.

Desde a contratação do novo comandante, no ano passado, o Brasil ganhou medalhas em uma etapa da Copa do Mundo e no Mundial da Alemanha. A expectativa para Moscou é grande. Maior ainda para o Rio 2016!

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