A seleção da Copa do Nordeste de 2013

Blog do Vitor Sergio

Fim de uma Copa do Nordeste de imenso sucesso e que coroou o Campinense Clube como grande campeão, com todo o merecimento. Hora de fazer aquela tradicional seleção do campeonato. Claro que a Raposa seria a base dessa equipe. Vamos lá:

Pantera: O próprio disse que trabalhou relativamente pouco no torneio. Mas um goleiro que não vai buscar a bola na sua rede durante os seis jogos em casa tem que estar na seleção. Mesmo com João Carlos do Fortaleza tendo se destacado tanto, inclusive com três pênaltis defendidos.

Osmar: O lateral-direito do ASA foi a principal válvula de escape do time, principalmente ao acionar o centroavante Léo Gamalho. Cresceu muito de produção no mata-mata.

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Edivânio: O zagueiro do Campinense impressionou pela qualidade, seja lá atrás ou como volante nas duas partidas finais. Ainda foi à frente para fazer gols.

Roberto Dias: O outro zagueiro do time campeão se destacou pelo ótimo posicionamento e pela precisão nos desarmes. Além da liderança nata comandando a equipe. Terminou a competição cobiçado por vários clubes no Brasil.

Glaybson: O lateral-esquerdo (ou será volante? Ou será meia? Ou será terceiro-zagueiro?) se destacou muito no Campinense campeão. Versátil, atuou em várias posições ao longo da Copa do Nordeste. A puxada dele de trás, feita com muita qualidade, começou vários gols do time campeão.

Panda: O volante do Campinense se mostrou imprescindível ao time. A partir do posicionamento dele o técnico Oliveira Canindé fazia as mudanças no time. Foi um dos grandes ladrões de bola do torneio, sem apelar para violência.

Lucas: O carequinha do Fortaleza foi o principal jogador de meio-campo do time. Dinâmico, ajudou muito na recomposição e participou de vários gols se projetando à frente pela esquerda.

Bismarck: Jogador cerebral, cansou de dar assistências ao longo da campanha, quebrando defesas com passes precisos. Compensou não participar tanto das partidas com muita disposição no mata-mata, ajudando na marcação-pressão.

Ricardinho: Participou de mais de 80% dos gols do semifinalista Ceará, seja com assistências ou com gols de fora da área ou de falta. Saiu do torneio muito valorizada, pois se mostrou um autêntico camisa 10.

Assisinho: O atacante do Fortaleza mostrou velocidade, drible e finalização ao longo do torneio. Foi o jogador mais perigoso do semifinalista Fortaleza. Precisa ganhar um pouco de força para brilhar mais.

Léo Gamalho: O "El Loco do Nordeste" foi o principal jogador do finalista ASA, principalmente no mata-mata. Mostrou um aproveitamento impressionante recebendo vários "tijolos" e dando sequências às jogadas e fazendo gols. Nem o fato de ter sido bem contido na final apagou o brilho dele.

Oliveira Canindé: A escolha mais fácil, como o melhor técnico da competição. Em quatro meses montou um time do nada, que mostrou o melhor futebol do torneio, com uma variedade tática incrível. Isso surpreendeu vários técnicos adversários, inclusive na final. Para mim, foi o grande craque da Copa do Nordeste.

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